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	<title>no prato com... &#187; Bruno Tiago Rodrigues</title>
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		<title>Cantinho do Cais</title>
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		<pubDate>Sat, 16 May 2009 14:18:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tiago Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Açores. A tradição diz que o povo português é hospitaleiro e que gosta de receber bem. Aqui não se encontra a excepção. À conversa com um natural de Ponta Delgada, e apresentando os planos de visitar a costa norte de S. Miguel, a conversa foi interrompida com um sonoro &#8220;Se vão lá, tem que ir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Açores. A tradição diz que o povo português é hospitaleiro e que gosta de receber bem. Aqui não se encontra a excepção. À conversa com um natural de Ponta Delgada, e apresentando os planos de visitar a costa norte de S. Miguel, a conversa foi interrompida com um sonoro &#8220;Se vão lá, tem que ir a Porto Formoso, ao Jorge!&#8221;. E assim fomos. Porto Formoso é uma pequena aldeia ligada à pesca como tantas outras e não foi difícil uma mão cheia de restaurantes na rua principal. E o Jorge? Perguntámos a um local pelo Jorge. E o Jorge era ali mesmo ao lado, o &#8220;Cantinho do Cais&#8221;. Só que tinha mudado &#8220;para outra freguesia, São Brás, um pouco mais acima&#8221; (sic). O &#8220;Cantinho do Cais&#8221; deixara de o ser o restaurante escondido junto ao cais e ganhara novas instalações condignas e merecedoras da fama.</p>
<p>Fomos recebidos pelo dono da casa, que nos serviu e com o qual trocámos algumas impressões sobre o seu espaço, sobre a recomendação que nos tinham feito e sobre a sua cozinha. O peixe e o marisco aqui são reis e a refeição deixou saudades. A sopa de peixe (obrigatória) para a entrada, umas lapas grelhadas divinais e depois o &#8220;molho de peixe&#8221;. O &#8220;molho&#8221; é uma curiosa mistura de ensopado com caldeirada e a dose gigante servida em tacho de barro e que por aqui é prato obrigatório. No intervalo, uma piscadela de olho a uma abrótea frita. A menção a &#8220;peixe frito&#8221; revolta alguns aparelhos olfactivos e gustativos, mas aqui houve uma honrosa excepção e comprovou-se que era apetecível e saboroso. Perante tal barrigada, a hipótese de provar sobremesa desaparecia rapidamente do horizonte, mas as queijadas (outro ex libris da casa) cairam mesmo muito bem.</p>
<p>Ambiente familiar, preço muito acessível, atendimento atencioso e, sem dúvida, o peixe fresquíssimo. Só chateia mesmo estar a 1500Km de distância&#8230;</p>
<p><strong>Cantinho do Cais</strong><br />
Tipo de cozinha: tradicional (peixe)<br />
Horário: Aberto todos os dias das 08h às 24h<br />
Preço médio: 20€<br />
Morada: R. do Ramal de S. Brás 9625-502 São Brás &#8211; Ribeira Grande<br />
Telefone: +351 296 442 631<br />
Pagamento: numerário, multibanco</p>

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		<title>Kanji</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Nov 2008 05:09:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tiago Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
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		<description><![CDATA[Aberto há pouco mais de dois meses (Setembro de 2008) no Amoreiras Plaza, o Kanji aposta numa oferta original de cozinha de fusão com inspiração japonesa. Modas. A sala é ampla e o ambiente descontraído. A ementa é mais extensa do que temos visto por aí e original quanto baste. Boa variedade de entradas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aberto há pouco mais de dois meses (Setembro de 2008) no Amoreiras Plaza, o Kanji aposta numa oferta original de cozinha de fusão com inspiração japonesa. Modas. A sala é ampla e o ambiente descontraído. A ementa é mais extensa do que temos visto por aí e original quanto baste. Boa variedade de entradas e de diferentes apresentações de sushi e sashimi. Perante alguma indecisão, foram-nos apresentadas algumas sugestões &#8211; o que é sempre bom para quem não está familiarizado com esta cozinha &#8211; e que para uma primeira visita, deixaram boa impressão e convidam ao regresso com mais tempo e atenção a outros pormenores.</p>
<p>E fala-se de tempo porquê? O espaço comercial onde está envolvido o Kanji, entre outros restaurantes, encerra demasiado cedo (às 22h), factor que condiciona também o próprio horário de funcionamento do restaurante. Incompreensível. De resto, sabe bem comer assim, pagar um preço justo e ser bem atendido. E aqui, pela amostra, é o caso.</p>
<p><strong>Kanji<br />
</strong>Tipo de cozinha: japonesa / fusão<br />
Preço médio: €25<br />
Horário:<span class="rodape"> Das 12h30 às 15h e das 19h30 às 22h. Encerra ao domingo.<br />
</span>Morada: Edifício Amoreiras Plaza, Rua Maria Ulrich nº1, loja 1 (piso -1) &#8211; 1070-374 Lisboa<br />
Web: <a href="http://www.kanji.pt">http://www.kanji.pt/</a><br />
Telefone: <span class="rodape">+351 213 888 147</span><br />
Pagamento: numerário/cartões</p>
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		<title>Royale Café</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 23:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tiago Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação biológica]]></category>
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		<description><![CDATA[A aparência austera da entrada intimida, mas a sensação desvanece com o primeiro contacto com o interior e com a música que convida à descontração. A mistura de influências na decoração confunde e torna o espaço enigmático e impossível de catalogar seja em que aspecto for, mas torna-se familiar após nos instalarmos À mesa. Onde? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A aparência austera da entrada intimida, mas a sensação desvanece com o primeiro contacto com o interior e com a música que convida à descontração. A mistura de influências na decoração confunde e torna o espaço enigmático e impossível de catalogar seja em que aspecto for, mas torna-se familiar após nos instalarmos À mesa. Onde? A escolha entre a iluminação difusa das duas primeiras salas, austeras mas acolhedoras ou o pequeno terraço ao ar livre é difícil, mas qualquer delas é recompensadora.</p>
<p>A carta engloba múltiplas opções para lanches ou pequenas refeições, mais algumas alternativas para uma refeição mais elaborada. Especial atenção é dedicada aos produtos caseiros e biológicos e a delicadas combinações de sabores. Provámos uma excelente Salada royale (com chocolate!), um prato de lombo de frango panado e um delicioso lombo de pato entremeado com morcela e pêra. Para terminar, uma aveludada tarte de maçã. Sublime. Comida saudável, divinamente apresentada e a preços não proibitivos.</p>
<p>Concorrido e movimentado ao almoço, intimista e descontraído ao jantar. Para uma refeição mais leve ou para algo mais elaborado e demorado, não desilude &#8211; até pelo contrário. O preço final e a experiência no seu todo são agradáveis surpresas e convidam a voltar mais uma vez. Com tempo. Passando a tarde a comer scones e a beber chá e a aproveitar o WiFi grátis <img src='http://no-prato.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Royale Café<br />
</strong>Tipo de cozinha: refeições leves, mediterrânica<br />
Preço médio: €15<br />
Horário: <span class="rodape">Segunda a Sábado das 10h às 24h. Domingo das 10h às 20h<br />
</span>Morada: Largo      Rafael Bordalo Pinheiro, nº29 R/C Esq. &#8211; Chiado, 1200-369 Lisboa<br />
Web: <a href="http://www.royalecafe.com/">http://www.royalecafe.com/</a><br />
Telefone: <span class="rodape">+351 213 469 125</span><br />
Pagamento: numerário/cartões</p>
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		<title>A Azenha do Mar</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 23:22:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tiago Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Que o sudoeste alentejano é um caso à parte no que respeita ao turismo, já se sabia. No que toca à gastronomia, não há unanimidade. Se por um lado temos toda a tradição alentejana ali à mão (há quem diga que derivou do &#8220;desenrascanço&#8221; e dos tempos em que realmente havia crise e se passava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que o sudoeste alentejano é um caso à parte no que respeita ao turismo, já se sabia. No que toca à gastronomia, não há unanimidade. Se por um lado temos toda a tradição alentejana ali à mão (há quem diga que derivou do &#8220;desenrascanço&#8221; e dos tempos em que realmente havia crise e se passava fome), a proximidade da costa e do peixe e marisco frescos apresentam-se como alternativas de peso (e qualidade). Hoje esquecemos por momentos a sumptuosidade e simplicidade da primeira para nos focarmos nos méritos dos frutos do mar.</p>
<p>Sim, a ementa do restaurante tem mais que duas páginas. Sim, nas restantes páginas são dadas algumas abébias à comida tradicional (e ao bitoque, vá lá). Mas não teceremos considerações sobre estes. Aqui o marisco é rei e senhor. Fresco, apanhado ali ao lado.</p>
<p>Algumas considerações a fazer: é extremamente concorrido durante a época alta, especialmente aos fins de semana. Não aceitam reservas pelo telefone. Convém estar lá cedo para colocar o nome na lista e marcar mesa. A fila de espera pode atingir proporções incalculáveis e não é raro chegar lá às 19h e já não aceitarem a reserva porque há muito que a capacidade (cerca de 50 lugares) foi esgotada &#8211; aconteceu-nos por duas vezes este verão. Salva-se a esplanada onde se pode ir degustando um petisco leve e umas cervejas enquanto se aguarda a vez. Tudo o resto seria extremamente negativo se a qualidade do marisco não fosse irrepreensível e os preços bastante abaixo do habitual e praticado noutros pontos &#8211; uma lauta refeição de marisco bem regada ficará entre os 15 e os 20 euros por pessoa &#8211; e daí a popularidade do sítio. Vale o sacrifício.</p>
<p><strong>A Azenha do Mar<br />
</strong>Tipo de cozinha: Marisco<br />
Preço médio: €20<br />
Horário: Encerra às quartas feiras<span class="rodape"><br />
</span>Morada: Azenha do Mar &#8211; Brejão &#8211; 7630 Odemira<a href="http://www.royalecafe.com/"></a><br />
Telefone: <span class="rodape">+351 282 947 297</span><br />
Pagamento: Não aceita cartões</p>
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		<title>Tapadinha</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 23:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tiago Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lembro-me de me falarem do Tapadinha já há alguns anos e de ter ficado curioso. Não sei o que se passou entretanto para ser preciso, há uns dias, ouvir falar de novo no restaurante para marcar a primeira visita e revisitar a cozinha russa.
A decoração e o ambiente podiam remeter-nos para um cubículo obscuro e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembro-me de me falarem do Tapadinha já há alguns anos e de ter ficado curioso. Não sei o que se passou entretanto para ser preciso, há uns dias, ouvir falar de novo no restaurante para marcar a primeira visita e revisitar a cozinha russa.</p>
<p>A decoração e o ambiente podiam remeter-nos para um cubículo obscuro e clandestino noutras paragens a leste. Aqui pode-se fumar, o que contribui ainda mais para reforçar a primeira impressão sobre a pequena sala (dado o número de fumadores, começo a pensar que se juntam em protesto nestes espaços e que aproveitam para se vingar da segregação a que são sujeitos no resto dos restaurantes). Iluminação fraquinha, muitas velas. Um moderno e luminoso balcão a contrastar com tudo isto. E o vermelho e negro que dominam as paredes decoradas com posters de inspiração soviética (what else?), entre os quais marcas dos primeiros aniversários da casa. Pelas contas, já lá vão 14.</p>
<p>São também 14, à data, as entradas na carta (a que se acrescentam as sugestões do dia &#8211; provámos uns cogumelos recheados com gambas e gratinados muito bons), aos quais  se  juntam outros tantos pratos principais &#8211; por sondagem, sugere-se o bife tártaro, o peito de frango rechado com vegetais e a vitela com natas, cogumelos e nozes. É essencial guardar espaço para as sobremesas (o bolo de chocolate amargo com natas doces deixou mossa) e entremear os pratos com uns tragos de vodka (das inúmeras e inomináveis variedades disponíveis).</p>
<p>Recomenda-se. Ruidoso q.b. e à pinha (a um dia de semana) como o encontrámos, obriga a reserva prévia. O serviço é simpático e eficaz. Ponto negativo será o excesso de fumo, mas compreendo que a questão não seja consensual. Na cave há uma sala para grupos maiores e aconselha-se o uso de transportes públicos, não pela inacessibilidade ou pela falta de lugares de estacionamento à porta, mas pela já referida questão do vodka. Ir à Tapadinha e não o beber é crime. Assim como bebê-lo e conduzir, com consequências mais sérias..</p>
<p><strong>Tapadinha</strong><br />
Tipo de cozinha: russa<br />
Horário: das 12:00 às 15:00 e das 20:00 às 02:00 &#8211; encerra aos domingos<br />
Preço médio: 25€<br />
Morada: Calçada da Tapada 41 A &#8211; Lisboa 1300-545 LISBOA<br />
Web: <a href="http://www.tapadinha.com/">http://www.tapadinha.com/<br />
</a>Email: tapadinha@tapadinha.com<br />
Telefone: +351 213 640 482<br />
Fax: +351 213 635 867<br />
Pagamento: Numerário e cartões de débito (não se aceitam cartões de crédito)<br />
Fumadores: Sim</p>
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		<title>Sushiguia</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Mar 2008 22:15:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tiago Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A realidade é que não se consegue perceber esta fixação pelo sushi e qualquer dia o site tem ali no cabeçalho um par de pauzinhos em vez do garfo e da faca.
Adiante&#8230; A Casa da Guia até consegue ser um sítio simpático quando não está carregada de tias. É um espaço extremamente agradável e bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A realidade é que não se consegue perceber esta fixação pelo sushi e qualquer dia o site tem ali no cabeçalho um par de pauzinhos em vez do garfo e da faca.</p>
<p>Adiante&#8230; A Casa da Guia até consegue ser um sítio simpático quando não está carregada de <em>tias</em>. É um espaço extremamente agradável e bem cuidado, com uma privilegiada vista para o mar e um conjunto curioso de estabelecimentos.<br />
A casa de sushi onde estava há uns tempos a casa de chá chamou-nos a atenção. Entrámos a medo, talvez porque ainda era cedo para jantar. O espaço não é muito (se não contarmos com a esplanada) mas está bem aproveitado e decorado. E à falta de um balcão adequado, pode-se sempre ver o trabalho do sushiman através dos monitores no meio da sala.</p>
<p>Nada de novo na ementa: Para além do sushi e do sashimi, saúda-se a presença de meia dúzia de pratos quentes (yakisoba, yakitori e tempura) e algumas saladas. Feito o pedido, ficámos com a impressão que a relação preço/quantidade não era das melhores (não é a primeira vez que nos queixamos disto), mas a segunda rodada desfez a dúvida e reestabeleceu a justiça na mesa. Quanto à qualidade, nada a apontar. Destacam-se pela positiva uns saborosos makis picantes (atum?) e outros que tais com um panado quente e crocante como base &#8211; original. Pela negativa, o abuso do queijo philadelphia &#8211; que não consta que seja japonês.</p>
<p>A factura não foi tão dolorosa quanto a localização faria antever. Se descontarmos o queijo philadelphia (onde é que irá parar esta ocidentalização do sushi?), o veredicto é positivo.</p>
<p>Acrescente-se que tem serviço take-away. Que se compreende perfeitamente caso a casa esteja prestes a ficar cheia de adolescentes ruidosos numa qualquer festa de aniversário. E que embora tenha sido testado na qualidade de restaurante japonês, apregoa-se também café-bar e aparentemente serve pequenos almoços. Importa-se de repetir?</p>
<p><!--data--> <strong>Sushiguia</strong><br />
Tipo de cozinha: japonesa<br />
Horário: das 10h às 02h<br />
Preço médio: 25€<br />
Morada: Casa da Guia &#8211; EN 247 -Guia &#8211; 2750-374 Cascais<br />
Telefone: 934 055 175<br />
Web: <a href="http://sushiguia.com/">http://sushiguia.com/</a><br />
Pagamento: Numerário e cartões de crédito/débito</p>
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		<title>Salpoente</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 00:46:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tiago Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para primeira aposta numa breve visita a Aveiro, não está nada mal: Com vista para o canal, virado para as salinas, um antigo armazém de sal restaurado e recuperado. A sala ampla e de decoração simples é dominada pelas enormes traves que apoiam o telhado, que deixa entrar a luz natural tornando o espaço bastante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para primeira aposta numa breve visita a Aveiro, não está nada mal: Com vista para o canal, virado para as salinas, um antigo armazém de sal restaurado e recuperado. A sala ampla e de decoração simples é dominada pelas enormes traves que apoiam o telhado, que deixa entrar a luz natural tornando o espaço bastante luminoso e apelativo.</p>
<p>O conjunto alargado de petiscos/couvert convidava quase a saltar um dos pratos principais, mas era difícil resistir aos restantes pratos da cozinha regional que é proposta, cuidadosamente compartimentada entre os peixes no tacho, peixes na grelha, mariscos, bacalhau e carnes. Provámos um Polvo à Lagareiro com Migas de chorar por mais, uma Massada de Peixe e um Arroz do Mar. E se tivesse sobrado apetite&#8230;</p>
<p align="center"><a href="http://no-prato.com/wp-content/uploads/2008/02/p1050169.JPG" rel="lightbox"><img src="http://no-prato.com/wp-content/uploads/2008/02/p1050169.thumbnail.JPG" border="0" hspace="15" vspace="5" /></a><a href="http://no-prato.com/wp-content/uploads/2008/02/p1050196.JPG" rel="lightbox"><img src="http://no-prato.com/wp-content/uploads/2008/02/p1050196.thumbnail.JPG" border="0" hspace="15" vspace="5" /></a></p>
<p>Em suma, uma refeição pomposa a um preço justo, um ambiente agradável e um atendimento simpático &#8211; não é todos os dias que alguém responsável se prontifica a mostrar o piso superior ainda desarrumado devido a um jantar de grupo na noite anterior, nos conta a história da casa e nos aconselha outros bons restaurantes na zona.</p>
<p><!--data--> <strong>Salpoente</strong><br />
Tipo de cozinha: regional<br />
Horário: Encerra ao Domingo ao jantar e à Segunda feira todo o dia.<br />
Preço médio: 20€<br />
Morada: Canal de S. Roque 83 &#8211; 3800-256 Aveiro<br />
Telefone: 234 382 674<br />
Fax: 234 425 210<br />
Email: salpoente@sapo.pt<br />
Pagamento: Numerário e cartões de crédito/débito</p>
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		<title>Sushill Out</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Nov 2007 23:46:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tiago Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recomendado pelo amigo de um dos sushimen, deixou uma pulguinha atrás da orelha &#8211; e lá fomos, com um folheto na mão com o mapa e a morada. O nome não era estranho &#8211; fomos à confiança e a pesquisa posterior confirmou que existe um Sushimoto &#8220;original&#8221; no Centro de Congressos do Estoril, com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recomendado pelo amigo de um dos sushimen, deixou uma pulguinha atrás da orelha &#8211; e lá fomos, com um folheto na mão com o mapa e a morada. O nome não era estranho &#8211; fomos à confiança e a pesquisa posterior confirmou que existe um Sushimoto &#8220;original&#8221; no Centro de Congressos do Estoril, com o qual partilhava a imagem. [A mudança de nome para Sushill Out foi posterior à visita.]</p>
<p>O espaço e o conceito misturam-se com o &#8220;Última Sé&#8221;. Não fugindo à regra dos edifícios da zona, domina a parede em tijoleira cru e os arcos ancestrais. Tons quentes, mobiliário parco, decoração simples. As reminiscências do bar continuam por lá, assim que chegaram dois grupos maiores, o espaço ganhou um aroma desnecessário de tabaco e a música deu lugar a um chiqueiro incivilizado (muito pouco zen).</p>
<p>Com uma comida daquelas, no entanto, estamos dispostos a esquecer o ambiente. Tivemos oportunidade de degustar um dos combinados de sushi com sashimi e alguns dos makis especiais e ficamos surpresos com os agradáveis (e diferentes) sabores com que fomos presenteados. Uma particularidade notável da ementa é a existência de variedades de sushi &#8220;do dia&#8221;, conforme a inspiração do sushiman: foi a <em>premiére</em> de sushi com morangos e queijo e deixou boa impressão. Novidade também: a carta de chás, para todos os gostos.</p>
<p>Os preços estão a um nível aceitável, o serviço é pronto, eficaz e simpático. Chegámos cedo, sem reserva (o &#8220;Viagem de Sabores&#8221; era alternativa mesmo ali ao lado), mas a casa encheu num instante, portanto talvez seja aconselhável ligar antes. Tem serviço de take-away. E menús especiais à hora de almoço.</p>
<p><!--data--><strong>Sushill Out</strong><br />
Tipo de cozinha: Japonesa<br />
Horário: das 12h às 15h e das 20h às 01h &#8211; encerra à segunda feira<br />
Preço médio: 20€<br />
Morada: Travessa do Almargem, nº1 B-C, 1100-019 Sé &#8211; Lisboa (entre a Casa dos Bicos e a Sé de Lisboa)<br />
Telefone: 218860053<br />
Web: <a href="http://www.sushillout.com">http://www.sushillout.com</a><br />
Pagamento: Numerário e cartões de crédito/débito</p>
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		<title>Pezinhos na Areia</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Oct 2007 00:26:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tiago Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Castro Marim]]></category>
		<category><![CDATA[algarve]]></category>
		<category><![CDATA[altura]]></category>
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		<category><![CDATA[marisco]]></category>
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		<category><![CDATA[praia]]></category>
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		<description><![CDATA[A história repete-se um pouco por toda a parte em toda a costa portuguesa. Pequenos bares de praia a transformarem-se, sob a acção da gerência certa, em casos sérios de restauração. A zona de Castro Marim e Vila Real de Santo António sempre teve um tipo de turismo diferente do demais Algarve (à excepção de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/buno/1557219198/" target="_new"><img src="http://no-prato.com/wp-content/uploads/2007/10/pna2s.thumbnail.jpg" id="image97" alt="Pezinhos na Areia 09092007 (2)" align="right" border="0" hspace="10" vspace="10" /></a>A história repete-se um pouco por toda a parte em toda a costa portuguesa. Pequenos bares de praia a transformarem-se, sob a acção da gerência certa, em casos sérios de restauração. A zona de Castro Marim e Vila Real de Santo António sempre teve um tipo de turismo diferente do demais Algarve (à excepção de Monte Gordo, que é, na minha opinião, uma aberração desenquadrada e desproporcionada) e há um quarto de século atrás, nada fazia prever que a zona ocupada pelo parque de campismo da Praia Verde se tornaria tão selecta e requintada.</p>
<p>Eis o Pezinhos na Areia.</p>
<p>O atendimento é invulgarmente simpático e eficaz para um restaurante algarvio. O cliente está primeiro e é o cliente que determina se prefere um serviço rápido ou se prefere apreciar o que o envolve. Um snack ou algo mais elaborado. Os preços, sem serem exagerados, são adequados à qualidade da cozinha, ao cuidado dedicado ao cliente e a todo o ambiente que caracteriza o restaurante. A larga esplanada debruçada sobre a praia convida a um bom jantar entre amigos a apreciar o fim do dia e a degustar um bom vinho.</p>
<p>Recomendam-se as cataplanas e as pataniscas de camarão, pratos de uma ementa fixa pequena mas cheia de pontos fortes. A especialidade está mesmo no peixe fresco para grelhar (e que varia de dia para dia). Fora da hora das principais refeições, o restaurante não pára e servem-se refeições leves e aperitivos.</p>
<p>Absolutamente imperdível.<br />
<!--data--></p>
<p><strong>Pezinhos na Areia</strong><br />
Tipo de cozinha: Portuguesa<br />
Horário:<br />
Inverno (15/Fev a 31/Mai e de 15/Set a 10/Dez): 10h00 às 19h00<br />
Verão (01/Jun a 15/Set): 11h00 às 02h00<br />
Encerra de 10/Dez a 15/Fev<br />
Preço médio: 30€<br />
Morada: Praia Verde &#8211; 8950-414 Castro Marim<br />
Telefone: 281513195<br />
Fax: <font face="Arial, sans-serif">281957551</font><br />
Web: <a href="http://www.pezinhosnaareia.com">http://www.pezinhosnaareia.com</a><br />
Email: geral@pezinhosnaareia.com<br />
Pagamento: NÃO aceita cartões de crédito e débito</p>
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		<title>Casa da Dízima</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jul 2007 23:57:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tiago Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Oeiras]]></category>
		<category><![CDATA[dízima]]></category>
		<category><![CDATA[esplanada]]></category>
		<category><![CDATA[marginal]]></category>
		<category><![CDATA[paço de arcos]]></category>
		<category><![CDATA[tejo]]></category>

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		<description><![CDATA[A falta de conteúdo novo nos últimos tempos tem sido maioritariamente fruto de repetidas visitas aos sítios habituais, alguns dos quais já mereceram aqui o seu espaço. Existem outros porém ainda não mencionados mas que o merecem plenamente. Faça-se justiça portanto à Casa da Dízima. No centro histórico de Oeiras, a geometria do edifício passaria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A falta de conteúdo novo nos últimos tempos tem sido maioritariamente fruto de repetidas visitas aos sítios habituais, alguns dos quais já mereceram aqui o seu espaço. Existem outros porém ainda não mencionados mas que o merecem plenamente. Faça-se justiça portanto à Casa da Dízima. No centro histórico de Oeiras, a geometria do edifício passaria despercebida se não fosse a carregada cor amarela a espreitar o Tejo. Já no interior, o edifício com mais de 500 anos mostra-se remodelado e renovado mantendo as linhas centenárias, ostentando agora um belo contraste das paredes em bruto (de pedra e tijolo crú à mostra) com a sobriedade das linhas modernas do restante mobiliário. Um espaço agradável à vista, em suma.</p>
<p>A cozinha tem pratos tradicionais portugueses como o Bacalhau à Lagareiro mas pisca descaradamente o olho ao experimental. Como pratos usuais e recomendados temos o folhado de bacalhau com camarão e legumes salteados, os filetes de peixe-galo com risotto de lima ou as codornizes recheadas com alheira de Mirandela. Comida bem confeccionada e, acima de tudo, bem apresentada. A lista guarda ainda espaço para algumas alternativas vegetarianas e para uma extensa lista de sobremesas &#8211; completa com sugestão de vinhos licorosos para acompanhar. A lista de vinhos com 10 páginas pode assustar, mas não será difícil obter uma boa e fundamentada sugestão para o melhor vinho &#8211; a copo também &#8211; para acompanhar a refeição.</p>
<p>O ambiente pode parecer austero e o serviço é do mais profissional que se pode ter, mas isso não significa que se caia no formal ou impessoal. O cliente é o centro da atenção e apreciam-se os pequenos gestos, pequenos pormenores com que se é brindado. Absolutamente nada de negativo a apontar, a não ser o preço, que sem ser proibitivo releva a casa apenas para ocasiões especiais.</p>
<p><!--data--><strong>Casa da Dízima</strong><br />
Tipo de cozinha: Portuguesa / Internacional<br />
Horário: aberto todos os dias das 12.30 às 15.30 e das 19.30 às 02.00<br />
Preço médio: 30€<br />
Morada: Rua Costa Pinto, 17 &#8211; 2770-046 Paço de Arcos<br />
Telefone: 214462965<br />
Fax: 214462984<br />
Web: <a href="http://www.casadadizima.com" title="http://www.casadadizima.com">http://www.casadadizima.com</a><br />
Email: reservas@casadadizima.com<br />
Pagamento: Cartões de crédito, débito e numerário</p>
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