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	<title>no prato com... &#187; Ricardo R Silva</title>
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		<title>Charcutaria Francesa</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 00:21:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo R Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[charcutaria francesa pampo portuguesa santos bairro]]></category>

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Não foi difícil arranjar lugar – o meu carro ficou no topo da Rua da Imprensa Nacional, o que, considerando a área da cidade, até nem foi nada mau! Mas também poderia ter usufruido do sistema de estacionamento gratuito do restaurante – um serviço de “valet” (alguém sabe a expressão portuguesa?), em que largamos o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div>Não foi difícil arranjar lugar – o meu carro ficou no topo da Rua da Imprensa Nacional, o que, considerando a área da cidade, até nem foi nada mau! Mas também poderia ter usufruido do sistema de estacionamento gratuito do restaurante – um serviço de “valet” (alguém sabe a expressão portuguesa?), em que largamos o carro à porta e um simpático senhor o vai estacionar por nós. Se pensarmos que estamos a dois passos da Assembleia da República, a 200 metros do Príncipe Real e algures entre Santos e o Bairro Alto, talvez essa até poderia ser a melhor opção. Mas não foi a minha – desci a rua, 200 metros, cortei para a esquerda e hop, já estava no restaurante. Um espaço pequeno, mas bem arranjado, acolhedor, simpático - prometia!</div>
<div></div>
<div>O buffet de entradinhas estava supimpa – pequenos petiscos, que se saboreavam na boca, degustativamente, como um shot de caldo verde frio, caldo verde seco com feijão, bruschetta, salmão crú, milho frito,… Bom! Para acompanhar escolhemos um dos vinhos que estava em saldos – e acreditem que o que bebemos, por €5 a garrafa é um achado ao nível de um preço de supermercado, portanto, bendita promoção… Carta fixa não há – mas há um menú competentemente recitado por um dos donos do restaurante. As opiniões claramente dividiram-se nesta altura, mas eu não fui capaz de resistir a um polvo com mel e pinhões com a promessa de um sabor forte e requintado – e eu adoro quando cumprem as promessas que fazem! Outras escolhas incidiram sobre o esparguete negro com gambas (elogiado . mas não demasiado), filetes de pampo envoltos em presunto com legumes (referido como “muito bom” – vou acreditar, porque realmente tinha um aspecto delicioso, digno de envaidecer qual Prof Pampo, mestre de cartomância e adivinhação), e uma lebre estufada com cogumelos (que, felizmente, saltou para o prato do deliciado conviva em questão).</div>
<div></div>
<div>Sobremesas – não resisti a um petit gateau com bola de gelado. Não há nada a fazer, a minha perdição é o chocolate e quem não o soubesse passa agora a sabê-lo (mas é um segredo mal guardado, portanto,…). Também houve quem optasse por uma pêra (em forma de fatia de bolo!!!!) com a supracitada bola de gelado - pessoalmente, acho que a minha escolha foi a melhor!</div>
<div>Um restaurante bem localizado, agradável, em que se come bem, com um serviço simpático. E com bons vinhos (a bons preços…). Por cerca de €26,5 por pessoa. Recomendo! A única coisa que também recomendaria era que mudassem o azeite de degustação das entradas – mas acho que isso também diz que gostei bastante do restaurante, não é?</div>
<div></div>
<div>P.S- A seguir ainda fomos beber um copo a Santos. Percebi que poderia ser pai de muitas das criaturas noturnas que por lá andavam…</div>
<div></div>
<div><strong>Charcutaria Francesa</strong></div>
<div>Tipo de cozinha: Portuguesa com ligeiros tiques experimentais - isto tem um nome específico?</div>
<div>Morada: Rua Manuel Bernardes, Nº5 a/b 1200-250 Lisboa</div>
<div>Horário: almoços – das 12h às 15h de segunda a sexta; jantares – das 20h às 00h00 de segunda a sábado</div>
<div>Telefone: 91 758 82 81</div>
<div>Web: <a href="http://www.charcutaria-francesa.com/portugal.html">http://www.charcutaria-francesa.com/portugal.html</a></div>
<div>Pagamento: Cartões de crédito, débito e numerário</div>
</div>
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		<title>Confraria</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 15:03:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo R Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[Confraria]]></category>
		<category><![CDATA[Hot sushi]]></category>
		<category><![CDATA[Miso]]></category>
		<category><![CDATA[sushi]]></category>

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		<description><![CDATA[Este post estava no congelador há muito tempo. É daquele tempo em que, para conservarmos qualquer coisa, tínhamos mesmo que a colocar no congelador para a proteger do calor de Agosto, e não apenas deixarmo-la ao ar frio de Janeiro. E o restaurante não merecia esta demora…
A confraria é um restaurante de sushi em Cascais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este post estava no congelador há muito tempo. É daquele tempo em que, para conservarmos qualquer coisa, tínhamos mesmo que a colocar no congelador para a proteger do calor de Agosto, e não apenas deixarmo-la ao ar frio de Janeiro. E o restaurante não merecia esta demora…</p>
<p>A confraria é um restaurante de sushi em Cascais – no edifício em que antes funcionava a casa de chá “Mise em scene”, bem ali ao lado do Parque da Gandarinha, do Museu do Mar e da novel Casa das Histórias dedicada a Paula Rego. Tem uma esplanada pequena e uma sala que também não é propriamente muito grande, decorada… como quase todos os outros restaurantes de sushi em Portugal. Mas está-se bem lá.</p>
<p>A sopa miso estava excelente – apesar de na altura não me parecer agradabilíssimo comer algo quente naquela noite, aposto que hoje saberia muito melhor… E o sushi é excelente! Se gostam de maradices (em termos gastronómicos) como eu, aconselho-vos um dos sushi quente, nomeadamente o “shake cherse hot” – delicioso, com a profusão de sabores diferentes a saltar no paladar! Mas não deixem de provar garyo e uramaki panko – confesso que não vos consigo dizer exactamente por quê, mas tenho a indicação nas notas do meu telefone a dizer que são imperdíveis! Confiem!</p>
<p>Foi um bom jantar! Num bom restaurante! Com excelente sushi! O preço é que é upa-upa – pagámos €50 por cabeça. Mas a qualidade foi inquestionável.</p>
<p><strong>Confraria</strong><br />
Tipo de cozinha: Sushi<br />
Horário: domingo a quinta, das 12h00 às 24h00; sextas e sábados, das 12h00 às 02h00; encerra às segundas.<br />
Preço médio: 50€<br />
Morada: Rua Luis Xavier Palmeirim, 14 &#8211; Cascais<br />
Telefone: 21 483 46 14<br />
Web: <a href="http://www.confrariasushi.com/">http://www.confrariasushi.com/</a><br />
Pagamento: Cartões de crédito, débito e numerário</p>
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		<title>Tasca da Esquina</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jan 2010 19:23:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo R Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[campo de ourique]]></category>
		<category><![CDATA[petisco]]></category>
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		<description><![CDATA[Na esquina&#8230; com amigos&#8230;

Quinta-feira à noite, com dois objectivos em agenda: despedirmo-nos condignamente da Zara (que, mais uma vez, finda a altura do ano de &#8220;voltar a casa para ver a família e saborear bacalhau e filhós&#8221;, voltava para a sua terra adoptiva) e conhecermos a Tasca da Esquina, o novo projecto do Vítor Sobral, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Na esquina&#8230; com amigos&#8230;<br />
</strong></p>
<p>Quinta-feira à noite, com dois objectivos em agenda: despedirmo-nos condignamente da Zara (que, mais uma vez, finda a altura do ano de &#8220;voltar a casa para ver a família e saborear bacalhau e filhós&#8221;, voltava para a sua terra adoptiva) e conhecermos a Tasca da Esquina, o novo projecto do Vítor Sobral, ali, numa esquina ao fundo da Ferreira Borges &#8211; uma visita que, dados os comentários e a expectativa, se impunha. Antes de mais, uma nota &#8211; a minha expectativa elevada é capaz de ter influenciado a minha percepção&#8230; Dito isto, vamos a isso &#8211; e aceitam-se de bom grado comentários (sobretudo discordantes)!</p>
<p>A loja de esquina que está na base do restaurante não é propriamente gigantesca e isso nota-se no aproveitamento do espaço, que está longe de ser desafogado nas duas salas que o compõem. E acreditem que ter que esperar (apesar de termos mesa reservada) no corredor acanhado, junto à porta de saída e em cima de uma mesa ocupada, tendo-nos que desviar sempre que alguém queria entrar ou sair, ou ir buscar um vinho à garrafeira a que estávamos encostados, não é propriamente agradável. A decoração também está longe de ser o ponto forte do espaço &#8211; dois ou três pormenores interessantes, mas, muito sinceramente, e numa nota pessoal, o comentário mais adequado será &#8220;Vassoureiro&#8221; (uma loja de mobiliário em pinho, tipicamente muito desarrumada, ali para os lados do Autódromo do Estoril). E, um último comentário &#8211; a insonorização das salas é claramente deficiente. Em lugar de absorver as conversas, parece que o amplia, o que, num espaço necessariamente pequeno, mas com bastantes mesas, resulta num ruído de fundo constante que obriga cada um a falar cada vez mais alto.</p>
<p>Bom, mas vamos ao que realmente interessa &#8211; a comida! E deixem-me dizer-vos que, o pão e o queijo do couvert são divinais &#8211; o nosso apetite também não era pequeno. Fomos muito pouco originais, e acabámos todos por pedir menús de degustação de 5 pratos. O primeiro era um creme de grão magnífico, uma óptima entrada para o jantar, acompanhada de um paté de aves com muito bom aspecto (que dizem que era bastante razoável &#8211; a minha aversão pessoal a patés fez-me perder este prato). Ainda atacámos pelo meio lascas de bacalhau com batata-palha fritas e um ovo estrelado, um prato um bocadinho diferente &#8211; mas que soube bem. Próximo prato &#8211; ameijôas e berbigão, o que tem sempre a desvantagem de ter que concorrer com a memória de qualquer pequena tasca autêntica no Algarve, no Verão&#8230; E depois, depois veio uma excelsa garoupa (não, esta não era de Ipanema) acompanhado de batata-doce, deliciosa. Por último, no menú degustação dessa noite, um cubo de entremeada com puré. Tudo isto regado por uma excelente selecção de vinhos (e surpreendentemente em conta), mas, aí, estávamos a fazer batota &#8211; levávamos o nosso próprio enólogo&#8230;</p>
<p>Sobremesas! Um conselho &#8211; se gostam de farófias, esse deve ser o último prato da refeição (foi a opinião unânime da mesa!). Desaconselho vivamente o bolo de chocolate (uma desilusão, muito seco, acimentado, e sem a riqueza de sabor que estava à espera) e a sopa de frutas (que, se sabíamos que era de frutas vermelhas, não estávamos à espera que fosse uma porção de compota &#8211; parecia claramente &#8220;Casa de Mateus&#8221; &#8211; com creme de natas). As sobremesas acabaram por ser uma clara desilusão (excepto as farófias).</p>
<p>Uma última nota para o serviço &#8211; muito bom, prestável, atenciosa, simpático e sorridente. A desilusão não veio desse lado &#8211; nem do preço, a rondar os €35.</p>
<p>Confesso que estava à espera de mais. Pelo nome, por se estar na presença de um espaço da moda em Lisboa, pela fama do dono. Se houve pratos muito bons (a garoupa e a sopa estavam deliciosas), se o serviço foi impecável, admito que acho que o espaço está sofrível, e a qualidade dos pratos variou muito. Mas&#8230; nem isso perturbou a despedida da Zara!</p>
<p><strong>Tasca da Esquina</strong><br />
Tipo de cozinha: Petiscos (com um ou outro laivo de modernidade)<br />
Horário: das 12h30 às 15h30 e das 19h30 às 23h30 &#8211; Encerra ao domingo e encerra ao almoço de segunda-feira<br />
Preço médio: 35€<br />
Morada: Rua Domingos Sequeira 41C, Lisboa – 1350-403 Lisboa<br />
Telefone: 21 099 39 39<br />
Web: <a href="http://www.tascadaesquina.pt">http://www.tascadaesquina.pt</a><br />
Pagamento: Cartões de crédito, débito e numerário</p>
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		<title>Espaço Açores</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 11:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo R Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O motivo? Bom, a Cláudia e o Miguel iam casar-se e, por isso, íamos todos jantar fora – um último jantar com toda a gente sem ter ainda assinado papelada. E, no meio de “onde é que se vai jantar?”, alguém disse “eu conheço um sítio”. Era este.
O Espaço Açores fica na Ajuda, no mercado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O motivo? Bom, a Cláudia e o Miguel iam casar-se e, por isso, íamos todos jantar fora – um último jantar com toda a gente sem ter ainda assinado papelada. E, no meio de “onde é que se vai jantar?”, alguém disse “eu conheço um sítio”. Era este.</p>
<p>O Espaço Açores fica na Ajuda, no mercado, com uma vista que promete ser simpática sobre o casario até ao rio (nós fomos jantar… daí o “promete”… estava escuro…). A sala alberga cerca de 50 pessoas, num ambiente descontraído e moderno (linhas direitos, ferro, preto, madeira, basalto,…).</p>
<p>“E então?” perguntam vocês, “E o que é que se come?” – “Tudo” respondo eu “Sobretudo se forem à quinta-feira!”. Quinta-feira é noite de buffet. Ou seja, estão uns senhores simpáticos com um grande avental azul, numa mesa no centro da sala, onde nós nos deslocamos e somos “empurrados” a provar supimpas iguarias (como alheira, torresmos, alcatra, polvo, atum,…) em quantidade e sabor a desafiar qualquer dieta… especialmente a minha! Parece que têm também (mas não provei, não sei se estará incluído no buffet normal) moreia (sabem aquele peixe estilo cobra que nos filmes do Cousteau saía sempre de buracos para ir morder o mergulhador? – é esse!), peixe-serra (que não me lembro de ter provado em Portugal, mas que achei delicioso onde provei – e vai ser uma razão para voltar a este restaurante), mero, cozido das furnas (mas, sem furnas por perto, deve perder parte do encanto…), arroz de lapas… Delicioso! E a prometer muito!</p>
<p>Sobremesas? Ainda têm “espaço”? Bom, há barriga de freira, há milhares de pudins de fruta, há queimada de ovos, há espera-maridos (outra boa razão para lá voltar!), tigelada de São Miguel,…</p>
<p>Se querem passar por uma experiência de gastronomia açoriana, sem ter que apanhar o avião ou o barco (sobretudo o barco, que balança muito e demora muito tempo), aconselho-vos a experimentar este restaurante. Não é necessariamente barato (sem ser escandaloso, nomeadamente para o que devorámos), mas é bom. A única questão é que… sejamos sinceros, não tem o sotaque açoriano…<br />
<strong><br />
Espaço Açores</strong><br />
Tipo de cozinha: Açoreana<br />
Horário: De quarta a segunda, das 12h às 24h (encerra às terças)<br />
Preço médio: 30€<br />
Morada: Largo da Boa Hora Loja 19 Mercado da Ajuda – Lisboa<br />
Web: <a href="http://www.espacoacores.com/">http://www.espacoacores.com/</a><br />
Mail: restaurante@ espacoacores.com<br />
Telefone: +351 21 364 08 81 / +351 31 364 03 53<br />
Pagamento: numerário, multibanco, cartões de crédito</p>
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		<title>Barra Ibérica</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 14:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo R Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não podemos dizer que seja exactamente um restaurante grande. 7 ou 8 mesas, espalhadas pela sala, com um balcão como ponto de apoio lateral, uns quadros na parede a colmatarem um espaço que tem o castanho e o vermelho como cores dominantes. Para quem gosta de tapear e não se importa muito com o preço, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não podemos dizer que seja exactamente um restaurante grande. 7 ou 8 mesas, espalhadas pela sala, com um balcão como ponto de apoio lateral, uns quadros na parede a colmatarem um espaço que tem o castanho e o vermelho como cores dominantes. Para quem gosta de tapear e não se importa muito com o preço, este é um local a ir&#8230;</p>
<p>Esqueçam a ideia de pedir uma entrada e depois um prato! Aqui o objectivo é mandarem vir o polvo, os mexilhões, as favinhas, o queijo com mel e nozes, o presunto, as tortilhas, a farinheira e irem misturando tudo com os vossos amigos. A ideia é irem provando tudo de cada prato (mas atenção, porque as doses são as de tapas, ou seja, mínimas), saboreando cada garfada&#8230; E apreciando um bom vinho, que sempre ajuda a acrescentar mais sabor e vida a cada segundo (escolha pessoal – Marquês de Cáceres).</p>
<p>No final&#8230; deixem-se perder pelas sobremesas! A dieta já está perdida mesmo, portanto&#8230; Da última vez que lá fui, acabei por (gentilmente) devorar um petit gateaux, mas uma vez, há muito tempo, encontrei-me lá com uma tarte de chocolate com frutos silvestres capaz de acabar com a fidelidade de qualquer relação! (felizmente, a tarte em questão não estava disponível desta vez)</p>
<p>Talvez por ser uma quarta à noite, talvez pelo preço deste restaurante (um jantar vai facilmente para os €50 por pessoa&#8230;) o que é certo é que éramos praticamente só os dois no restaurante. Excelente! Porque se é um óptimo sítio para um jantar de amigos que de vez em quando gostem de se cuidar bem, também pode ser uma boa escolha para ir só com uma pessoa.</p>
<p><strong>Barra Ibérica</strong><br />
Tipo de cozinha: tapas<br />
Horário: Seg a sáb, das 19h à 01h00<br />
Preço médio: 50€<br />
Morada: Calçada da Ajuda, 250 &#8211; Lisboa<br />
Telefone: +351 21 362 60 10<br />
Pagamento: numerário, multibanco</p>
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		<title>Novo Altair</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Dec 2008 00:11:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo R Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[algés]]></category>
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		<description><![CDATA[Já tinha combinado comigo próprio que, da próxima vez que aqui viesse, tinha que escrever qualquer coisa para o “no prato”. Bom, a ocasião surgiu ontem, aquando do jantar do “emigrante retorna a casa por altura do Natal, para comer bacalhau e matar saudades da família”, ou seja, a noite em que, ao menos uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já tinha combinado comigo próprio que, da próxima vez que aqui viesse, tinha que escrever qualquer coisa para o “no prato”. Bom, a ocasião surgiu ontem, aquando do jantar do “emigrante retorna a casa por altura do Natal, para comer bacalhau e matar saudades da família”, ou seja, a noite em que, ao menos uma vez no ano, reunimos os nossos amigos que agora estão expatriados. O ano passado foi algures no Bairro, este ano foi ali para os lados do Dafundo, no mítico “Novo Altair”.</p>
<p>E perguntam vocês “O que é que o Novo Altair tem de especial?” E a resposta é, “Se não gostam de fondue, nada”. Agora, se gostam…</p>
<p>Pois é exactamente isso que o “Novo Altair” é – um restaurante com uma ementa recheada de fondues de todas as maneiras e feitios! Por isso, se não são apreciadores de cozinhar a vossa própria comida no meio de uma multidão e confusão de gente a trocar garfos, a pedir batatas e molhos e perguntas de “achas que já está? Gosto do meu mal passado”, não vão lá. Mas, se, por outro lado, gostarem do aspecto social da coisa, de estar sempre a trocar pedaços de carne ou de camarão ou de cherne com outras pedaços, de “já perdi o meu garfo!”, de inventarem sempre qualquer coisa com molhos trocados e de discussões de “já está!” / “não está nada!”, então, têm que ir lá.</p>
<p>A única parte da refeição em que não comemos fondue foi na entrada. Foram uns tabuleiros com entradas variadas que, muito sinceramente, não ficaram na minha cabeça. Já as fondues bourguignon especial (com carne de vaca e tiras de porco preto), a mítica mongol (basicamente, guisada, com camarão, peixes variados, ‘carpaccio’, legumes e em que, no final, se bebe o caldo) e a inevitável fondue de queijos com bacon (uma bomba de colesterol e lípidos que estava deliciosa!) estavam divinais! Acompanhadas por uma míriade de molhos de diversas tonalidades e sabores, batatas fritas, arroz, fruta (para cortar o sabor agressivo) e “Quinta do Cabriz”, ficaram deliciosas! (desta vez, não fomos para a raclette, mas, quem gostar, não perca&#8230;)</p>
<p>Para rematar (e antes do café),  nada como variar. Fondue de baunilha, que não provei, mas que devia estar muito boa, tal o sucesso entre os meus amigos, que me deixaram com a ‘ingrata’ tarefa de ‘arrumar’ com uma fondue de chocolate para 2 pessoas, com fruta, bolachinhas e topping de noz ou avelã moída… e ainda há quem diga que o Paraíso não existe…</p>
<p>Só mais dois apontamentos. As fondues são para 2 pessoas, mas isto tem mesmo piada é andar a misturar tudo com toda a gente – no fundo, um ‘swing’ de fondue… O segundo apontamento é que, se não quiserem, não precisam de ir para as fondues (já agora, alguém sabe se fondue é masculino ou feminino? Ainda não percebi!) – também há bifes (um dos indefectíveis atacou um bife pimenta com muito bom aspecto) e peixe grelhado (pelo qual eu não trocaria uma fondue, mas há gente para tudo…).</p>
<p>No final… €40! Mas, também, um excelente jantar! Caótico, com muita carne e peixe a boiarem, garfos a serem transportados de mão em mão, conversas animadas. Se gostarem de fondue, é garantido que têm que ir lá.</p>
<p><strong>Novo Altair</strong><br />
Tipo de cozinha: fondue<br />
Horário: Terça a Sábado das 19h30 às 02h00<br />
Preço médio: 40€<br />
Morada: Rua Sacadura Cabral, 54, Dafundo &#8211; Algés<br />
Telefone: +351 21 419 62 51<br />
Pagamento: numerário, multibanco</p>
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		<title>Três 15 Dias</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 00:20:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo R Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Setúbal]]></category>
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		<category><![CDATA[Dias]]></category>
		<category><![CDATA[Gateaux]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma boa surpresa em Setúbal.
A Ângela por um lado parecia bem entusiasmada quando dizia que nos queria levar àquele restaurante naquela noite, mas ao mesmo tempo, misturava palavras de cautela (“eu nunca fui lá!”), como se precavendo de uma possível desilusão, de nos estar a conduzir a um flop. Mas a Ângela não podia estar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma boa surpresa em Setúbal.</p>
<p>A Ângela por um lado parecia bem entusiasmada quando dizia que nos queria levar àquele restaurante naquela noite, mas ao mesmo tempo, misturava palavras de cautela (“eu nunca fui lá!”), como se precavendo de uma possível desilusão, de nos estar a conduzir a um flop. Mas a Ângela não podia estar mais certa na sua escolha!</p>
<p>O “Três 15 Dias” é um pequeno restaurante no meio de Setúbal, relativamente perto do centro formado pela Avenida Luisa Todi, numa casa antiga restaurada que se vai desdobrando em salas, quartos, corredores, garagem e pátio interior, todas elas pequenas divisões com não mais do que 2 ou 3 mesas, por entre objectos do quotidiano anos 30 ou 50, anúncios e dizeres antigos de 1900 e troca o passo, pinturas realistas com toques de surrealismo kitsch (isto está tudo muito bem… mas com uma pistola???) em paredes laranja pintadas em grandes pinceladas. Tudo isto enquadrado pela Mariza a cantar fados da Amália (o que, confesso, a partir da 3ª repetição, começou a ‘encher o ouvido’). Tudo, uma combinação que prometia, que fazia logo viver um ambiente de&#8230; boa onda, ideal para começar o fim-de-semana (ou perfeito para trazer a miúda certa).</p>
<p>“Qual é a especialidade?” (perguntei, aludindo ao sinal que indicava um consultório médico pespegado à frente da nossa mesa), “Petiscos” responderam-me. Ok, vamos a isso. Posso garantir-vos que recomendo vivamente! Especialmente a variedade de queijos panados (de comer e chorar por mais)! Mas os cogumelos gratinados (hum!), os peixinhos da horta, a salada de choco (claro! Estamos em Setúbal!) e os ovos de codorniz também são claramente recomendáveis!</p>
<p>Pratos principais? Bem, se ainda conseguirem ingerir mais alguma coisa, recomendo o arroz de pato – estava divinal! O bacalhau à Três 15 Dias, com puré de batata, também não estava mal, mas o arroz de pato&#8230; Hum&#8230; Entretanto, já não estava no plano, mas quando me põe um ‘petit gateaux’ (miau&#8230;) à frente&#8230; Bom! Teve que marchar! E garanto-vos que foi mesmo um remate com chave de oiro!</p>
<p>Em suma, pode ter sido da companhia (costumo ter muita sorte, mas desta vez, dificilmente poderia ser melhor), mas este é definitivamente um restaurante a repetir! Com um grande sorriso de boa onda no rosto!</p>
<p><strong>Três 15 Dias<br />
</strong>Tipo de cozinha: portuguesa (com um ou outro apontamento de fusão)<br />
Horário: Segunda a Quinta das 8h30 (sim, dá para ir lá tomar o pequeno-almoço) às 24; Sexta e Sábado das 8h30 às 02h00<br />
Preço médio: 20€<br />
Morada: Av dos Combatentes. Nº40 2900-328 Setúbal<br />
Telefone: +351 265 104 769<br />
Pagamento: numerário, multibanco</p>
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		<title>Solar dos Amigos</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Dec 2008 18:25:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo R Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caldas da Rainha]]></category>
		<category><![CDATA[barato]]></category>
		<category><![CDATA[Caldas]]></category>
		<category><![CDATA[portuguesa]]></category>
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		<description><![CDATA[Confesso que, neste momento, escrevo de&#8230; “pança cheia”. Ou seja, estou seriamente a ponderar a hipótese de que o meu jantar seja apenas um chazinho e umas torradinhas com pouca manteiga…
Há uns dias atrás, recebi um convite de uns amigos meus para ir almoçar ao “Solar dos Amigos”, ao pé das Caldas da Rainha, numa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Confesso que, neste momento, escrevo de&#8230; “pança cheia”. Ou seja, estou seriamente a ponderar a hipótese de que o meu jantar seja apenas um chazinho e umas torradinhas com pouca manteiga…</p>
<p>Há uns dias atrás, recebi um convite de uns amigos meus para ir almoçar ao “Solar dos Amigos”, ao pé das Caldas da Rainha, numa localidade chamada&#8230; Guisado (e que rivaliza com a mítica Carne Assada (ali para os lados de Sintra). Acho que ter aceite o convite foi uma óptima decisão, porque para além de um almoço em excelente companhia, descobri um restaurante onde tenho a certeza que vou voltar.</p>
<p>Não foi difícil de dar com o restaurante. Chegado a Guisado (sim, não resisto a repetir o nome da terra até à exaustão), é simples – é no centro do estacionamento caótico&#8230; Realmente, o restaurante mostra que a cozinha é boa e conhecida logo à entrada, com um magote de carros mal estacionados a ladearem a rua durante 200 metros e de pessoas a fazerem fila à espera de lugar. Recomenda-se, vivamente, que reservem mesa!</p>
<p>Entra-se para uma salinha pequena (há outra, maior e mais desimpedida, na continuação), atafuada de mesas, e dominada por uma enorme lareira, onde se vão assando chouriços, morcelas, bacalhau, porco, enfim, o que o freguês for pedindo, por entre paredes decoradas com posters de corridas de touros, pseudo-cabeças de touros, bandarilhas e canecas de barro! Pelo meio, lá nos sentamos numa mesa redonda, com banquinhos pequeninos. E começa a chegar o pão (delicioso e quente), o requeijão, o doce de abóbora (fabuloso!), uma morcela (esta foi a pedido, e valeu a pena) e um jarro de tinto da casa meio carrascão! Quem tinha dúvidas, rapidamente percebeu para o que ia – este almoço ia ser a perdição da minha (já condenada) dieta!</p>
<p>Olhou-se para a ementa e, quando íamos pedir os pratos, chegaram-nos duas informações: já não havia cabrito (o que é uma boa razão para lá voltar) e as doses completas davam para 5 / 6 pessoas (4 seria um número mais justo, mas, realmente, depende da ‘alarvidade’ dos convivas). Pediu-se uma de bacalhau campino (bacalhau com feijão e couve, em migas, dentro de um pão caseiro, de comer e chorar por mais) e outra de costeletas de novilho (que estavam um pouco passadas de mais) acompanhadas de batatas fritas, migas e arroz de feijão – excelente! Para rematar (e uma vez que já estávamos em condições de rebolar até casa, mas ainda tínhamos espaço para uma sobremesa), nada como uma ‘muito tradicional’ mousse de Oreo, que também não estava nada má – há alternativas bem menos originais, como a mousse de chocolate simples ou dupla (complementada com chocolate branco), a taça 3 sabores (envolvia pudim e chocolate e outro sabor qualquer), a de amêndoa (que era de… amêndoa), uma taça fantasia (nem perguntei), um ananás simples (bem pensado, para começarmos já a queimar as calorias extra)…</p>
<p>No final, um almoço bem passado! Pela companhia (mais uma vez), pela qualidade dos pratos (tenho a sensação que se fosse para qualquer dos outros da lista, como os diversos pratos de porco preto, também não tinha ficado nada mal servido), pela abundância de comida (esqueçam as mariquices da nouvelle cuisine ou de pratos de fusão, aqui as doses são mesmo brutais) e… pelo preço – 12 euros depois do que comi não me parece nada caro…</p>
<p><strong>Solar dos Amigos</strong><br />
Tipo de cozinha: Cozinha Típica Portuguesa<br />
Preço médio: €12-€15<br />
Horário: Das 10h00 às 23h00. Encerra à quarta-feira (excepto se esta for feriado).<br />
Morada: R. Principal, Guisado, Caldas da Rainha<br />
Telefone: +351 262 877 135<br />
Preço médio: €12-€15<br />
Pagamento: numerário (não aceitam cartões)</p>
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		<title>O Albertino</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 21:25:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo R Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gouveia]]></category>
		<category><![CDATA[cabidela]]></category>
		<category><![CDATA[cabrito]]></category>
		<category><![CDATA[degustação]]></category>
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		<description><![CDATA[Foi ao final de tarde de um dia chuvoso, lá para as bandas da Serra da Estrela. Passámos várias placas a dizerem que “O Albertino” era já ali (a população da terra deve ter pouca imaginação para nomes de restaurantes, ou o original já fundou um pequeno império serrano) e, chegando ao empedrado da vila, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi ao final de tarde de um dia chuvoso, lá para as bandas da Serra da Estrela. Passámos várias placas a dizerem que “O Albertino” era já ali (a população da terra deve ter pouca imaginação para nomes de restaurantes, ou o original já fundou um pequeno império serrano) e, chegando ao empedrado da vila, estacionámos, apeámo-nos e ficámos sob o lusco-fusco, durante 2 segundos, a pensar o que nos esperava dentro daquela casa de 3 andares, de granito, de onde podíamos já adivinhar o cheiro das iguarias que íamos provar</p>
<p>Todo o santo dia estivemos a entrar e a sair de carros, sob a ameaça mais ou menos constante de chuva, que, de vez em quando, decidia que “agora é que é!” e descarregava no pessoal cá em baixo, que, enfim, só estávamos ali para encontrar uns tupperwares (quem não perceber esta, não se preocupe, salte à frente ou vá a “www.geocaching.com”). Numa dessas ocasiões, em que estávamos abrigados por baixo de uma grande árvore ao pé de um convento, começou a discutir-se a ‘janta’! “Onde é que vamos jantar”, “É aqui!”, “Podíamos ir antes ali, que eu conheço e…” e, de repente, um nome começou a tornar-se unânime – “Temos que ir a ‘O Albertino’, a Folgosinho, porque lá é que se come bem”! Bem, a mim, parecia-me um sítio tão bom como outro qualquer e, como tal (e também porque, confesso, estava de boleia e não me dava muito jeito fazer 50 quilómetros a pé pela serra até ao parque de campismo), embarquei no jantar. Mal sabia eu o que me esperava…</p>
<p>Subimos as escadas, para o andar da sala onde estávamos instalados, repartimo-nos pelas 2 mesas corridas paralelas e… primeira notícia… “Aqui não escolhem nada! Comem da ementa única que há!”. Segunda notícia – “São 5 pratos seguidos e comem à vontade!” Ui! Uma mistura de menu de degustação com “all you can eat” em versão serrana… isto prometia!!! (nota: na realidade, também é possível escolher os pratos ‘individualmente’, sem ser neste menu fixo mas… para quê??)</p>
<p>Bem, deixem-me dizer-vos que, depois de nos termos atirado ao pão e ‘entradinhas’ (hmmm! Chouriço, morcela, queijo…) como se não houvesse amanhã, é que o “campeonato” começou a contar. A partir daqui eu tenho alguma dificuldade em diferenciar as notas que tirei nessa noite. Não por nenhuma questão… “etílica”, mas porque os adjectivos que encontro mais profusivamente nas notas são “saboroso”, “fabuloso” e “se eu não soubesse que ainda faltavam 3 pratos repetia este 5 vezes”. Mas, enfim, deixem-me dizer-vos que o arroz de cabidela de coelho estava bem saboroso (mesmo para quem não adora propriamente cabidela, como é o meu caso), a feijoada de javali (o Obélix andou a apanhá-los na noite anterior) estava excelente (devo dizer que eu gosto de javali…), a vitela estufada estava muitíssimo boa, o cabrito no forno (hmmmm! Cabrito!) estava divinal (mas parece que me queixei do sal…) e o leitão assado (que, como toda a gente sabe, deve ser comido com laranja) estava fabuloso, de bater no vizinho da frente e tentar arrancar-lhe o nariz! E, para rematar… leite creme (mas daqueles bons!), queimado com ferro! O adjectivo a empregar é “delicioso”! Também havia arroz doce (regular&#8230; acontece) e requeijão com doce de abóbora (que, tal era o meu estado de ‘gravidez’, já nem consegui tocar).</p>
<p>Ah! Estou a esquecer-me de um pormenor importante. Depois de termos comido (cada um de nós) 5 pratos com um nível calórico semelhante ao de uma refeição de qualquer adolescente norte-americano no McDonald’s (à volta das 20000 calorias), pagámos…  €12,5 (cada)…</p>
<p>Bem, concluindo! Se estão de dieta, e querem transformar-se num qualquer ícone da moda anoréctico, não vão a “O Albertino” em Folgosinho. Em qualquer outra situação (ou seja, se forem um comum mortal, especialmente à procura de um qualquer prazer hedonístico gastronómico serrão), estão compulsivamente obrigados a ir procurá-lo! Ah! E aproveitem e dêem uma volta a pé por Folgosinho – a aldeia merece (é bem bonita), está num local espectacular, e vocês vão ter que abater o jantar, se querem caber entre o volante e o banco do condutor…</p>
<p><strong>O Albertino &#8211; Folgosinho<br />
</strong>Tipo de cozinha: portuguesa / serrana<br />
Horário: Terça a domingo das 12h00 às 15h00 e das 19h00 às 21h00(aos Domingos só servem almoços) (nota: encerrado nas três primeiras semanas de Setembro)<br />
Preço médio: 12,5€<br />
Morada: Largo do Adro de Viriato N.º 8 / 6290-081 Folgosinho<br />
Web: <a href="http://www.oalbertino-folgosinho.com">http://www.oalbertino-folgosinho.com</a><br />
Telefone: +351 238 745 266<br />
Fax: +351 238 748 037<br />
Pagamento: numerário, multibanco</p>
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		<title>Garbo&#8217;s</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 22:47:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo R Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[O no-prato.com dá as boas vindas a um novo colaborador, Ricardo Silva, que segundo as suas palavras, gostava de ser "um daqueles tipos que vão comer a restaurantes e depois mandam uns bitaites. "]
Chamam-lhe &#8220;As Suecas&#8221;. &#8220;As Suecas&#8221; é um pequeno restaurante (cujo nome verdadeiro andará algures entre &#8220;Garbo&#8217;s&#8221;, &#8220;Garbo&#8217;s Bistrot&#8221; e &#8220;Garbo&#8217;s Gazebo&#8221;, dependendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small><em>[O no-prato.com dá as boas vindas a um novo colaborador, Ricardo Silva, que segundo as suas palavras, gostava de ser "um daqueles tipos que vão comer a restaurantes e depois mandam uns bitaites. "]</em></small></p>
<p>Chamam-lhe &#8220;As Suecas&#8221;. &#8220;As Suecas&#8221; é um pequeno restaurante (cujo nome verdadeiro andará algures entre &#8220;Garbo&#8217;s&#8221;, &#8220;Garbo&#8217;s Bistrot&#8221; e &#8220;Garbo&#8217;s Gazebo&#8221;, dependendo se nos guiamos pela placa à entrada, o nome do restaurante no &#8216;guia&#8217; da Casa da Guia ou uma simplificação do nome), que na realidade mais parece um quiosque grande (sim, sim, daqueles que vendem jornais) em pleno parque da Casa da Guia. Fica mesmo ao lado do &#8220;<a href="http://no-prato.com/sushiguia/">SushiGuia</a>&#8220;. E sim, para quem conhece a área, tem uma esplanada bem sobre a falésia, daquelas onde apetece ficar horas numa noite quente de Verão, prolongando o jantar com umas bebidas frescas e boa companhia, a observar o recorte da costa da Boca do Inferno ou os barcos dos pescadores lá em baixo (ou, após umas pedaladas na ciclovia do Guincho num Domingo de manhã, a almoçar com vista directa para o azul do Atlântico). O restaurante (&#8216;bistro&#8217;? Não sei, confesso a minha ignorância no que respeita a estas nomenclaturas, pior ainda se for &#8220;Gazebo&#8221;) deve o seu nome informal (ninguém lhe chama &#8220;Garbo&#8217;s&#8221;, toda a gente o designa como &#8220;As suecas&#8221;) às cidadãs de origem nórdica que servem à mesa e que, para além de se distinguirem pela melena dourada, de vez em quando resolvem conversar numa língua pouco mais que gutural e absolutamente incompreensível para o comum dos mortais (salvo se falar sueco…).</p>
<p>Bem, e o que é que se come? Começando pelo início, deixem-me falar daquela pasta para barrar no pão que é absolutamente divinal e que costuma anteceder seja que género for de pedido. Eu não sei o que é aquilo (não se encaixa nas minhas definições típicas de manteiga, margarina, pasta de atum ou de sardinha), mas sabe bem! Depois podem sempre pedir-se umas entradas, que podem ir desde salada de rúcula até estranhas entradas com salmão (&#8217;salmão marinado com molho hovmäster&#8217;) ou &#8216;tostas skagen&#8217; – um conselho, votem no exótico, salada de rúcula há em todo o lado!</p>
<p>O menu apresenta uma variedade de pratos, uns mais suecos que outros (acho que a &#8216;picanha completa&#8217;, a &#8216;bolognesa da casa&#8217; ou a &#8216;moqueca de peixe&#8217; não são invenções nórdicas), mas, normalmente, há duas &#8216;famílias&#8217; de pratos que valem definitivamente a pena. As saladas costumam ser excelentes, quer sejam de &#8216;mozzarela com óleo de pesto&#8217;, de &#8216;bluecheese&#8217; ou &#8216;grega&#8217; (ou então essa salada de saladas que é a &#8216;da casa&#8217;, uma mistura de todas as outras). A outra grande opção costumam ser as pizzas! É natural que neste momento se estejam a perguntar &#8220;Mas este tipo vai comer pizzas para um restaurante com nome sueco?&#8221;. A resposta é &#8220;Sim! Porque são boas!&#8221; Na realidade, costumam ser deliciosas, bem simples, finas e estaladiças – normalmente, de comer e chorar por mais! Têm um outro pormenor: todas as pizzas têm nomes imediatamente associados à Suécia, seja personagens de histórias infantis, governantes históricos, jogadores de futebol, lojas de mobiliário, modelos,… (na realidade, tornou-se uma piada fácil dos meus amigos anunciarem que num determinado dia comeram &#8216;x&#8217; – normalmente, uma pizza Helen Svedin…).</p>
<p>Para acabar, sobremesas! Aconselho a &#8216;Applecrumble com molho de baunilha&#8217; ou os &#8216;kanelbullar&#8217; (bolinhos de canela). Ou, se forem viciados em chocolate como eu, o &#8216;fudge de chocolate&#8217;.</p>
<p>Bom apetite!</p>
<p><strong>Garbo&#8217;s</strong><br />
Tipo de cozinha: sueca (mas com umas valentes adaptações ao gosto nacional)<br />
Horário: das 12h às 24h<br />
Preço médio: 15€<br />
Morada: Casa da Guia &#8211; EN 247 -Guia &#8211; 2750-374 Cascais<br />
Telefone: +351 916744430 / +351 965357030<br />
Pagamento: Numerário e cartões de crédito/débito</p>
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