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	<title>no prato com...</title>
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	<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 00:38:37 +0000</pubDate>
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		<title>Royale Café</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Oct 2008 23:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tiago Rodrigues</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>

		<category><![CDATA[alimentação biológica]]></category>

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		<description><![CDATA[A aparência austera da entrada intimida, mas a sensação desvanece com o primeiro contacto com o interior e com a música que convida à descontração. A mistura de influências na decoração confunde e torna o espaço enigmático e impossível de catalogar seja em que aspecto for, mas torna-se familiar após nos instalarmos À mesa. Onde? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A aparência austera da entrada intimida, mas a sensação desvanece com o primeiro contacto com o interior e com a música que convida à descontração. A mistura de influências na decoração confunde e torna o espaço enigmático e impossível de catalogar seja em que aspecto for, mas torna-se familiar após nos instalarmos À mesa. Onde? A escolha entre a iluminação difusa das duas primeiras salas, austeras mas acolhedoras ou o pequeno terraço ao ar livre é difícil, mas qualquer delas é recompensadora.</p>
<p>A carta engloba múltiplas opções para lanches ou pequenas refeições, mais algumas alternativas para uma refeição mais elaborada. Especial atenção é dedicada aos produtos caseiros e biológicos e a delicadas combinações de sabores. Provámos uma excelente Salada royale (com chocolate!), um prato de lombo de frango panado e um delicioso lombo de pato entremeado com morcela e pêra. Para terminar, uma aveludada tarte de maçã. Sublime. Comida saudável, divinamente apresentada e a preços não proibitivos.</p>
<p>Concorrido e movimentado ao almoço, intimista e descontraído ao jantar. Para uma refeição mais leve ou para algo mais elaborado e demorado, não desilude - até pelo contrário. O preço final e a experiência no seu todo são agradáveis surpresas e convidam a voltar mais uma vez. Com tempo. Passando a tarde a comer scones e a beber chá e a aproveitar o WiFi grátis <img src='http://no-prato.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Royale Café<br />
</strong>Tipo de cozinha: refeições leves, mediterrânica<br />
Preço médio: €15<br />
Horário: <span class="rodape">Segunda a Sábado das 10h às 24h. Domingo das 10h às 20h<br />
</span>Morada: Largo      Rafael Bordalo Pinheiro, nº29 R/C Esq. - Chiado, 1200-369 Lisboa<br />
Web: <a href="http://www.royalecafe.com/">http://www.royalecafe.com/</a><br />
Telefone: <span class="rodape">+351 213 469 125</span><br />
Pagamento: numerário/cartões</p>
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		<title>A Azenha do Mar</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 23:22:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tiago Rodrigues</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Odemira]]></category>

		<category><![CDATA[alentejo]]></category>

		<category><![CDATA[brejão]]></category>

		<category><![CDATA[Costa Vicentina]]></category>

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		<description><![CDATA[Que o sudoeste alentejano é um caso à parte no que respeita ao turismo, já se sabia. No que toca à gastronomia, não há unanimidade. Se por um lado temos toda a tradição alentejana ali à mão (há quem diga que derivou do &#8220;desenrascanço&#8221; e dos tempos em que realmente havia crise e se passava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que o sudoeste alentejano é um caso à parte no que respeita ao turismo, já se sabia. No que toca à gastronomia, não há unanimidade. Se por um lado temos toda a tradição alentejana ali à mão (há quem diga que derivou do &#8220;desenrascanço&#8221; e dos tempos em que realmente havia crise e se passava fome), a proximidade da costa e do peixe e marisco frescos apresentam-se como alternativas de peso (e qualidade). Hoje esquecemos por momentos a sumptuosidade e simplicidade da primeira para nos focarmos nos méritos dos frutos do mar.</p>
<p>Sim, a ementa do restaurante tem mais que duas páginas. Sim, nas restantes páginas são dadas algumas abébias à comida tradicional (e ao bitoque, vá lá). Mas não teceremos considerações sobre estes. Aqui o marisco é rei e senhor. Fresco, apanhado ali ao lado.</p>
<p>Algumas considerações a fazer: é extremamente concorrido durante a época alta, especialmente aos fins de semana. Não aceitam reservas pelo telefone. Convém estar lá cedo para colocar o nome na lista e marcar mesa. A fila de espera pode atingir proporções incalculáveis e não é raro chegar lá às 19h e já não aceitarem a reserva porque há muito que a capacidade (cerca de 50 lugares) foi esgotada - aconteceu-nos por duas vezes este verão. Salva-se a esplanada onde se pode ir degustando um petisco leve e umas cervejas enquanto se aguarda a vez. Tudo o resto seria extremamente negativo se a qualidade do marisco não fosse irrepreensível e os preços bastante abaixo do habitual e praticado noutros pontos - uma lauta refeição de marisco bem regada ficará entre os 15 e os 20 euros por pessoa - e daí a popularidade do sítio. Vale o sacrifício.</p>
<p><strong>A Azenha do Mar<br />
</strong>Tipo de cozinha: Marisco<br />
Preço médio: €20<br />
Horário: Encerra às quartas feiras<span class="rodape"><br />
</span>Morada: Azenha do Mar - Brejão - 7630 Odemira<a href="http://www.royalecafe.com/"></a><br />
Telefone: <span class="rodape">+351 282 947 297</span><br />
Pagamento: Não aceita cartões</p>
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		<title>As Salgadeiras</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Aug 2008 08:30:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Rebelo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>

		<category><![CDATA[bairro alto]]></category>

		<category><![CDATA[jantar]]></category>

		<category><![CDATA[manjar]]></category>

		<category><![CDATA[portuguesa]]></category>

		<category><![CDATA[restaurante]]></category>

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		<description><![CDATA[Ali ao inicio do Bairro Alto, muito perto ainda do Camões, fica o Restaurante As Salgadeiras. Nas instalações de uma antiga padaria (ainda que em tempos idos o edifício fosse conhecido por lá estar estabelecida uma famosa casa de meninas para alegrar os homens de mar que atracavam por Lisboa), este restaurante apresenta-se mantendo uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ali ao inicio do Bairro Alto, muito perto ainda do Camões, fica o <strong>Restaurante As Salgadeiras</strong>. Nas instalações de uma antiga padaria (ainda que em tempos idos o edifício fosse conhecido por lá estar estabelecida uma famosa casa de meninas para alegrar os homens de mar que atracavam por Lisboa), este restaurante apresenta-se mantendo uma traça antiga, com tijolo de burro à mostra e arcos de pedra dividindo os espaços. Visualmente agradável é também fácil gostar do espaço pela simpatia de quem nos recebe e atende. Pontos muito fortes para quem ainda não se sentou.</p>
<p>Começamos a noite com algo fresco. Duas caipirinhas. Convenhamos que, para acompanhar uma noite quente, a frescura de um gelo moído com a dose certa de cachaça e lima é algo de muito agradável. E aqui as doses eram bem, muito bem servidas&#8230;</p>
<p>O couvert era de bom gosto. Azeitonas, paté de atum, manteiga com ervas, muito bom queijo de Azeitão enfim, um couvert. Evitam-se as embalagens e agradecem os Clientes. Dá um toque de classe e casa que todos apreciamos.</p>
<p>A entrada escolhida foi a Alheira de Chaves com ovos mexidos tirada da forma, com a consistência certa e o sabor do enchido fazendo notar que é o que diz o nome e não os tantas vezes servidos ovos com alheira.</p>
<p>A comida veio precedida do vinho. Escolhemos ao copo que a oferta era variada. Ainda bem que está a pegar a ideia do vinho servido desta forma. Evita-se o sacrilégio de deixar bom néctar na garrafa e aproveita-se para a prova de alguns que pelo preço mais proibitivo não se iriam degustar tão cedo. Casa Burmester tinto. Ainda que o ano não nos ficasse de memória, o vinho ficou.</p>
<p>E eis que chegava à mesa o prato de peixe. Filetes de linguado em massa folhada com espinafres. Só a apresentação ganhava o prémio, fosse ele qual fosse. Não fingiam estar presentes os filetes entre o folhado e a verdura. Estavam mesmo. E frescos como às vezes não se encontram quando servidos a sós. Os espinafres na textura de esparregado faziam-lhes cama de luxo para a vista e para o paladar. A massa folhada estava no ponto, aquele em que não é seca nem está mole. Está como deve estar. Aliás, como tudo parece estar nesta casa.</p>
<p>O prato de carne encantou de igual forma. Pedido que estava o Espeto de Lombo em Pau de Loureiro de imediato veio à memória a triste cena do espeto pendurado, a pingar, e a ginástica necessária para por vezes de lá tirar proveito. O bom gosto da casa nota-se também nos detalhes e o lombo chegou no prato com todas as companhias do espeto mais os acompanhamentos laterais. Uma delicia ao olhar.</p>
<p>Da carne macia e saborosa à verdura cozida de leve e às batatas em feixe, estava tudo muito bom. De notar que as doses servidas, ainda que a decoração ocupe espaço no prato, são a ter em boa conta que ninguém fica com fome, muito pelo contrário.</p>
<p>Já dificilmente haveria espaço para a sobremesa mas a carta de nomes sonantes (do <em>Fondue</em> de Chocolate ao Leite creme com frutos silvestres) obrigava a uma pergunta: O que era o Manjar Conventual. Prontamente nos foi dito que&#8230; Era bom. Isso só por si é um indicativo mas assim que nos disseram que se tratava de Requeijão, açúcar e ovos não havia espaço mas para as dúvidas. Venha o Manjar Conventual que com a dieta nos preocupamos mais tarde.</p>
<p>Ainda a colher não tinha batido ao doce a segunda vez e já alguém nos questionava se estava bom tal eram as expressões à mesa. Referi que o que ali se passava era criminoso. Um verdadeiro crime não venderem o Manjar Conventual ao quilo para que connosco viessem logo um ou dois&#8230;</p>
<p>O final da refeição foi o costumeiro café e garoto bem clarinho e até ai, o serviço mostrou excelência. Não foi preciso pedir duas vezes nem houve má cara à prova. O garoto vinha tal como pedido e tínhamos ficado clientes. Garantidamente.</p>
<p><strong>As Salgadeiras</strong><br />
Tipo de cozinha: Portuguesa<br />
Rua das Salgadeiras 18 - Bairro Alto - 1200-396 LISBOA<br />
Telefone: +351 213 421 157<br />
Só servem jantares (encerra às Segundas-feiras)<br />
<address>Preço médio: 40€<br />
Pagamento: Numerário / cartões<br />
URL: <a href="http://www.as-salgadeiras.com" title="Site do Restaurante">http://www.as-salgadeiras.com</a></address>
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		<title>Amarra ó Tejo</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 08:31:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Rebelo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Almada]]></category>

		<category><![CDATA[castelo]]></category>

		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>

		<category><![CDATA[panorama]]></category>

		<category><![CDATA[vista]]></category>

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		<description><![CDATA[O Amarra ó Tejo é agradável só de ver. Mesmo junto à falésia virado ao rio, as grande paredes envidraçadas prometem só por si uma agradável estadia. A vista de Lisboa com a ponte ao fundo é já sobejamente conhecida mas se acompanhada de um pôr-do-sol de Verão (entre as 20 e as 21 à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Amarra ó Tejo</strong> é agradável só de ver. Mesmo junto à falésia virado ao rio, as grande paredes envidraçadas prometem só por si uma agradável estadia. A vista de Lisboa com a ponte ao fundo é já sobejamente conhecida mas se acompanhada de um pôr-do-sol de Verão (entre as 20 e as 21 à data) torna-se algo de quase indescritível… É o antever do que se segue com as luzes da cidade a iluminarem o azul da noite…</p>
<p>Entrados, sentados nota-se de imediato algum esmero e cuidado na apresentação das mesas. Não é de um luxo ostensivo mas de primor pelo serviço. As cartas chegam à mesa e essas mereciam já algum cuidado adicional. Não que a comida se possa medir pela qualidade do papel em que é apresentada mas o comer dos olhos aprecia a refeição do principio ao fim…</p>
<p>Passámos a abertura pois não nos chamou ao gosto a normalidade da Caipirinha (ainda que com espumas a acrescentar). Já o <em>couvert</em> trazia consigo um queijo de Azeitão que marcou a qualidade. Não sei casa nem valor mas o sabor não deixou amargo de boca. Pelo contrário.</p>
<p>De entrada apostámos no gosto de quem já conhecia indo para o Pastel de queijo de cabra que se fazia acompanhar de um doce de mirtilios mas que mesmo sozinho não faria má figura. Vieram ainda para a mesa os cogumelos recheados com queijo derretido e <em>bacon</em>. Ainda que não seja uma especialidade nunca antes vista, estavam de sabor e confecção em geral, muito bem conseguidos.</p>
<p>Já esperávamos a ementa apresentada pois conhecendo a minha particular predilecção por carnes, todos quantos nos referiam o restaurante em questão nos falavam dos peixes. É deles que a carta tira o brilho. Poucos pratos, dão a entender o cuidado e tempo que se poderá dedicar às escolhas.</p>
<p>Entre os propostos escolhemos os Filetes de Peixe Galo com açorda de ovas do mesmo e Tamboril em molho de Navalheiras acompanhado de Puré de Salsa.</p>
<p>Apresentação, sabor e frescura em qualquer um deles é ponto de honra certamente pois só assim se justifica a presença de todas em tudo quanto foi servido. Os filetes de Peixe Galo, em bom numero, num dourado de quem foi frito em óleo de primeira mão estavam deliciosos e a açorda de ovas não ficava atrás com uma consistência perfeita e um sabor de igual valor. O Tamboril fez-se representar por dois bons pedaços igualmente frescos e saborosos. O molho de Navalheiras, tivesse um pouco mais marcante e seria estrela na refeição. Foi só complemento. O puré de salsa compunha o prato e dava peso à refeição. Dificilmente se arranjaria melhor acompanhamento.</p>
<p>Também por sugestão, o vinho foi o da casa. Um Dona Ermelinda branco 2007 que pela frescura e equilíbrio nos encantou. Com um toque de fruta e uma madeira muito leve, este vinho da zona de Palmela deixa um toque escorregadio mas lento pela boca e visível no copo. Uma boa escolha.</p>
<p>Na sobremesa desapontou-nos a falta de possibilidade de nos prepararem o Pastel de Chocolate. A carta avisa-nos que a preparação deste depende do serviço que haja e a casa estava efectivamente cheia… Veio em substituição um clássico semi-frio de nata e molho de chocolate (preferiria chocolate negro ao de leite que somou mais doce à nata) e uma magnifica <em>flute</em> de sorvete de limão. O ponto desta assemelha-se mais a uma espuma do que ao solidificado sorvete mas mantém o sabor. Uma agradável surpresa.</p>
<p>Para finalizar, o café e o já esperado garoto. Noutros textos já tenho escrito a importância que damos ao garoto. Este pode ser (e efectivamente é) razão para não mais voltar a uma casa tais as situações que já temos encontrado. Tal como sempre pedimos um garoto muito, muito claro. Complementamos o pedido com “Só leite quente e uma pinga de café.”. É servido demasiado escuro. Vai para trás. Pedimos que nos tragam só leite quente. O leite veio mas infelizmente não sabia bem. Não nos pareceu que estivesse azedo mas o sabor do leite era demasiado forte (talvez leite gordo mas mesmo assim, era forte demais) e mesmo com a gota de café não se conseguia beber.</p>
<p>Detalhes como este podem estragar uma fantástica experiência. Não foi o caso ainda que ficasse de memória. Tudo o resto nos agradou sobejamente e nos deixou garantidamente com vontade de voltar.</p>
<p><strong>Amarra ó Tejo</strong><br />
Tipo de cozinha: Peixe / Fusão<br />
Horário: Terça a Domingo das 12h30 às 15h00 e das 19h45 às 22h30 (encerra Domingo ao jantar).<br />
Preço médio: 35€<br />
Morada: Jardim do Castelo - 2800-046 ALMADA<br />
Telefone: +351 212 730 621<br />
Pagamento: Numerário / cartões</p>
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		<title>Aya</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jul 2008 21:35:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Pinheiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>

		<category><![CDATA[Oeiras]]></category>

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		<description><![CDATA[Sem exageros, o Aya é a única maneira em Portugal de ter uma experiência gastronómica verdadeiramente japonesa, a todos os níveis.  O primeiro Aya apareceu na Rua das Trinas em Lisboa em 1992, e actualmente existem dois restaurantes Aya (além do Aya Bistrôt): o Aya nas Twin Towers (Campolide) em Lisboa, que abriu em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sem exageros, o Aya é a única maneira em Portugal de ter uma experiência gastronómica verdadeiramente japonesa, a todos os níveis.  O primeiro Aya apareceu na Rua das Trinas em Lisboa em 1992, e actualmente existem dois restaurantes Aya (além do <a href="http://no-prato.com/aya-bistrot/">Aya Bistrôt</a>): o Aya nas Twin Towers (Campolide) em Lisboa, que abriu em 2002, e o recém inaugurado Aya que se situa na zona da Nova Carnaxide.</p>
<p>O Aya das Twin Towers tem como tema os jardins japoneses, e o novo Aya explora o tema da arte e da arquitectura japonesa.  Em ambos os espaços há opção entre três tipos de experiência: ao balcão, onde se vê em primeira mão o trabalho dos sushi chefs; à mesa, na sala principal; e ainda existem salas separadas para pequenos grupos, onde se pode ter mais privacidade.  No Aya de Nova Carnaxide há ainda duas salas especiais: a sala Omakase, onde um grupo até seis pessoas pode apreciar em privado o trabalho de um sushi chef em exclusivo; e a sala Kaiseki, onde num ambiente completamente diferente se pode ter um menu tradicional de degustação.</p>
<p>As especialidades, é claro, são o sushi e o sashimi, de uma frescura única, e com uma apresentação completamente tradicional.  Mas a ementa é vasta, com uma gama transversal da gastronomia japonesa, que inclui as tempuras, o sukiyaki, o wagyu steak, massas japonesas, e muitas outras. Não há razões para deixar de ir se houver alguém que não goste de comida &#8220;crua&#8221;.  Nas sobremesas, para algo diferente experimente o gelado de sésamo preto, ou o Anmitsu, que é uma sobremesa mista de fruta, fejião doce, e gelatina de algas.</p>
<p>O estacionamento no Aya das Twin Towers é gratuito durante duas horas, e o Aya de Nova Carnaxide tem um estacionamento à porta. </p>
<p><!--data--><strong>Aya</strong><br />
Tipo de cozinha: Japonesa tradicional<br />
Horário: aberto toda a semana para almoços e jantares<br />
Preço médio: 20€ a 50€<br />
Morada:<br />
Aya (Twin Towers) - Centro Comercial Twin Towers - piso 0 - Rua de Campolide, 351, Lisboa<br />
Aya (Nova Carnaxide) - Rua Aníbal Bettencourt, nº 71 - Alto dos Barronhos, Nova Carnaxide<br />
Telefone:<br />
Aya (Twin Towers) - +351 217271155<br />
Aya (Nova Carnaxide) - +351 214181684<br />
Web: <a href="http://www.ayarestaurante.com">http://www.ayarestaurante.com</a><br />
Pagamento: Numerário, cartões de débito e de crédito</p>
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		<title>Sessenta</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 21:32:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Pinheiro</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>

		<category><![CDATA[cozinha portuguesa]]></category>

		<category><![CDATA[cozinha portuguesa moderna]]></category>

		<category><![CDATA[Picoas]]></category>

		<category><![CDATA[saldanha]]></category>

		<category><![CDATA[são sebastião da pedreira]]></category>

		<category><![CDATA[vinho a copo]]></category>

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		<description><![CDATA[Tendo como assinatura &#8220;espaço aos sabores&#8221;, o sessenta é um novo restaurante com três conceitos.  Ao almoço, de segunda a sexta, uma ementa mais restrita com um ritmo mais rápido, em que dois dos pratos são fixos por cada dia da semana, e os restantes pratos são novidades diárias; entre as 16 e as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tendo como assinatura &#8220;espaço aos sabores&#8221;, o sessenta é um novo restaurante com três conceitos.  Ao almoço, de segunda a sexta, uma ementa mais restrita com um ritmo mais rápido, em que dois dos pratos são fixos por cada dia da semana, e os restantes pratos são novidades diárias; entre as 16 e as 19 horas, de segunda a sábado, está disponível um conceito  wine bar, com vinho a copo e petiscos portugueses; e para os jantares e para o almoço de sábado, uma ementa completa de cozinha portuguesa com uma apresentação moderna.</p>
<p>Como destaque, nos peixes vai para a trilogia de polvo, composta por polvo gratinado com mel, tempura de polvo e arroz, e salada de polvo; nas carnes, para a empada de caça, que é de perdiz e faisão com chutney de uva, cogumelos salteados e molho de vinho tinto.  Nas sobremesas, é de experimentar a delícia gelada de chocolate e avelã com frutos vermelhos.  Tem uma carta de vinhos bastante completa, com oitenta vinhos incluíndo espumantes, dos quais vinte estão disponíveis a copo.</p>
<p>A decoração é moderna e minimalista, mas ao mesmo tempo acolhedora, com um bar à entrada onde se pode beber um aperitivo.  O estacionamento é bastante fácil, havendo vários parques num raio de duzentos metros.</p>
<p><!--data--><strong>Sessenta</strong><br />
Tipo de cozinha: Portuguesa moderna<br />
Horário: encerra ao Domingo, almoço e jantar<br />
Preço médio: almoço 10€, jantar 25€, wine bar 8€<br />
Morada: Rua Tomás Ribeiro, 60 - Lisboa<br />
Telefone: +351 213526060<br />
Web: <a href="http://www.sessenta.pt">http://www.sessenta.pt</a><br />
Pagamento: Numerário, cartões de débito e de crédito</p>
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		<title>O Albertino</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 21:25:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo R Silva</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Gouveia]]></category>

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		<category><![CDATA[cabrito]]></category>

		<category><![CDATA[degustação]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi ao final de tarde de um dia chuvoso, lá para as bandas da Serra da Estrela. Passámos várias placas a dizerem que “O Albertino” era já ali (a população da terra deve ter pouca imaginação para nomes de restaurantes, ou o original já fundou um pequeno império serrano) e, chegando ao empedrado da vila, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi ao final de tarde de um dia chuvoso, lá para as bandas da Serra da Estrela. Passámos várias placas a dizerem que “O Albertino” era já ali (a população da terra deve ter pouca imaginação para nomes de restaurantes, ou o original já fundou um pequeno império serrano) e, chegando ao empedrado da vila, estacionámos, apeámo-nos e ficámos sob o lusco-fusco, durante 2 segundos, a pensar o que nos esperava dentro daquela casa de 3 andares, de granito, de onde podíamos já adivinhar o cheiro das iguarias que íamos provar</p>
<p>Todo o santo dia estivemos a entrar e a sair de carros, sob a ameaça mais ou menos constante de chuva, que, de vez em quando, decidia que “agora é que é!” e descarregava no pessoal cá em baixo, que, enfim, só estávamos ali para encontrar uns tupperwares (quem não perceber esta, não se preocupe, salte à frente ou vá a “www.geocaching.com”). Numa dessas ocasiões, em que estávamos abrigados por baixo de uma grande árvore ao pé de um convento, começou a discutir-se a ‘janta’! “Onde é que vamos jantar”, “É aqui!”, “Podíamos ir antes ali, que eu conheço e…” e, de repente, um nome começou a tornar-se unânime – “Temos que ir a ‘O Albertino’, a Folgosinho, porque lá é que se come bem”! Bem, a mim, parecia-me um sítio tão bom como outro qualquer e, como tal (e também porque, confesso, estava de boleia e não me dava muito jeito fazer 50 quilómetros a pé pela serra até ao parque de campismo), embarquei no jantar. Mal sabia eu o que me esperava…</p>
<p>Subimos as escadas, para o andar da sala onde estávamos instalados, repartimo-nos pelas 2 mesas corridas paralelas e… primeira notícia… “Aqui não escolhem nada! Comem da ementa única que há!”. Segunda notícia – “São 5 pratos seguidos e comem à vontade!” Ui! Uma mistura de menu de degustação com “all you can eat” em versão serrana… isto prometia!!! (nota: na realidade, também é possível escolher os pratos ‘individualmente’, sem ser neste menu fixo mas… para quê??)</p>
<p>Bem, deixem-me dizer-vos que, depois de nos termos atirado ao pão e ‘entradinhas’ (hmmm! Chouriço, morcela, queijo…) como se não houvesse amanhã, é que o “campeonato” começou a contar. A partir daqui eu tenho alguma dificuldade em diferenciar as notas que tirei nessa noite. Não por nenhuma questão… “etílica”, mas porque os adjectivos que encontro mais profusivamente nas notas são “saboroso”, “fabuloso” e “se eu não soubesse que ainda faltavam 3 pratos repetia este 5 vezes”. Mas, enfim, deixem-me dizer-vos que o arroz de cabidela de coelho estava bem saboroso (mesmo para quem não adora propriamente cabidela, como é o meu caso), a feijoada de javali (o Obélix andou a apanhá-los na noite anterior) estava excelente (devo dizer que eu gosto de javali…), a vitela estufada estava muitíssimo boa, o cabrito no forno (hmmmm! Cabrito!) estava divinal (mas parece que me queixei do sal…) e o leitão assado (que, como toda a gente sabe, deve ser comido com laranja) estava fabuloso, de bater no vizinho da frente e tentar arrancar-lhe o nariz! E, para rematar… leite creme (mas daqueles bons!), queimado com ferro! O adjectivo a empregar é “delicioso”! Também havia arroz doce (regular&#8230; acontece) e requeijão com doce de abóbora (que, tal era o meu estado de ‘gravidez’, já nem consegui tocar).</p>
<p>Ah! Estou a esquecer-me de um pormenor importante. Depois de termos comido (cada um de nós) 5 pratos com um nível calórico semelhante ao de uma refeição de qualquer adolescente norte-americano no McDonald’s (à volta das 20000 calorias), pagámos…  €12,5 (cada)…</p>
<p>Bem, concluindo! Se estão de dieta, e querem transformar-se num qualquer ícone da moda anoréctico, não vão a “O Albertino” em Folgosinho. Em qualquer outra situação (ou seja, se forem um comum mortal, especialmente à procura de um qualquer prazer hedonístico gastronómico serrão), estão compulsivamente obrigados a ir procurá-lo! Ah! E aproveitem e dêem uma volta a pé por Folgosinho – a aldeia merece (é bem bonita), está num local espectacular, e vocês vão ter que abater o jantar, se querem caber entre o volante e o banco do condutor…</p>
<p><strong>O Albertino - Folgosinho<br />
</strong>Tipo de cozinha: portuguesa / serrana<br />
Horário: Terça a domingo das 12h00 às 15h00 e das 19h00 às 21h00(aos Domingos só servem almoços) (nota: encerrado nas três primeiras semanas de Setembro)<br />
Preço médio: 12,5€<br />
Morada: Largo do Adro de Viriato N.º 8 / 6290-081 Folgosinho<br />
Web: <a href="http://www.oalbertino-folgosinho.com">http://www.oalbertino-folgosinho.com</a><br />
Telefone: +351 238 745 266<br />
Fax: +351 238 748 037<br />
Pagamento: numerário, multibanco</p>
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		<title>Tapadinha</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 23:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tiago Rodrigues</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembro-me de me falarem do Tapadinha já há alguns anos e de ter ficado curioso. Não sei o que se passou entretanto para ser preciso, há uns dias, ouvir falar de novo no restaurante para marcar a primeira visita e revisitar a cozinha russa.
A decoração e o ambiente podiam remeter-nos para um cubículo obscuro e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lembro-me de me falarem do Tapadinha já há alguns anos e de ter ficado curioso. Não sei o que se passou entretanto para ser preciso, há uns dias, ouvir falar de novo no restaurante para marcar a primeira visita e revisitar a cozinha russa.</p>
<p>A decoração e o ambiente podiam remeter-nos para um cubículo obscuro e clandestino noutras paragens a leste. Aqui pode-se fumar, o que contribui ainda mais para reforçar a primeira impressão sobre a pequena sala (dado o número de fumadores, começo a pensar que se juntam em protesto nestes espaços e que aproveitam para se vingar da segregação a que são sujeitos no resto dos restaurantes). Iluminação fraquinha, muitas velas. Um moderno e luminoso balcão a contrastar com tudo isto. E o vermelho e negro que dominam as paredes decoradas com posters de inspiração soviética (what else?), entre os quais marcas dos primeiros aniversários da casa. Pelas contas, já lá vão 14.</p>
<p>São também 14, à data, as entradas na carta (a que se acrescentam as sugestões do dia - provámos uns cogumelos recheados com gambas e gratinados muito bons), aos quais  se  juntam outros tantos pratos principais - por sondagem, sugere-se o bife tártaro, o peito de frango rechado com vegetais e a vitela com natas, cogumelos e nozes. É essencial guardar espaço para as sobremesas (o bolo de chocolate amargo com natas doces deixou mossa) e entremear os pratos com uns tragos de vodka (das inúmeras e inomináveis variedades disponíveis).</p>
<p>Recomenda-se. Ruidoso q.b. e à pinha (a um dia de semana) como o encontrámos, obriga a reserva prévia. O serviço é simpático e eficaz. Ponto negativo será o excesso de fumo, mas compreendo que a questão não seja consensual. Na cave há uma sala para grupos maiores e aconselha-se o uso de transportes públicos, não pela inacessibilidade ou pela falta de lugares de estacionamento à porta, mas pela já referida questão do vodka. Ir à Tapadinha e não o beber é crime. Assim como bebê-lo e conduzir, com consequências mais sérias..</p>
<p><strong>Tapadinha</strong><br />
Tipo de cozinha: russa<br />
Horário: das 12:00 às 15:00 e das 20:00 às 02:00 - encerra aos domingos<br />
Preço médio: 25€<br />
Morada: Calçada da Tapada 41 A - Lisboa 1300-545 LISBOA<br />
Web: <a href="http://www.tapadinha.com/">http://www.tapadinha.com/<br />
</a>Email: tapadinha@tapadinha.com<br />
Telefone: +351 213 640 482<br />
Fax: +351 213 635 867<br />
Pagamento: Numerário e cartões de débito (não se aceitam cartões de crédito)<br />
Fumadores: Sim</p>
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		<title>Garbo&#8217;s</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 22:47:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo R Silva</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Cascais]]></category>

		<category><![CDATA[bistrot]]></category>

		<category><![CDATA[casa da guia]]></category>

		<category><![CDATA[esplanada]]></category>

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		<description><![CDATA[[O no-prato.com dá as boas vindas a um novo colaborador, Ricardo Silva, que segundo as suas palavras, gostava de ser &#8220;um daqueles tipos que vão comer a restaurantes e depois mandam uns bitaites. &#8220;]
Chamam-lhe &#8220;As Suecas&#8221;. &#8220;As Suecas&#8221; é um pequeno restaurante (cujo nome verdadeiro andará algures entre &#8220;Garbo&#8217;s&#8221;, &#8220;Garbo&#8217;s Bistrot&#8221; e &#8220;Garbo&#8217;s Gazebo&#8221;, dependendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small><em>[O no-prato.com dá as boas vindas a um novo colaborador, Ricardo Silva, que segundo as suas palavras, gostava de ser &#8220;um daqueles tipos que vão comer a restaurantes e depois mandam uns bitaites. &#8220;]</em></small></p>
<p>Chamam-lhe &#8220;As Suecas&#8221;. &#8220;As Suecas&#8221; é um pequeno restaurante (cujo nome verdadeiro andará algures entre &#8220;Garbo&#8217;s&#8221;, &#8220;Garbo&#8217;s Bistrot&#8221; e &#8220;Garbo&#8217;s Gazebo&#8221;, dependendo se nos guiamos pela placa à entrada, o nome do restaurante no &#8216;guia&#8217; da Casa da Guia ou uma simplificação do nome), que na realidade mais parece um quiosque grande (sim, sim, daqueles que vendem jornais) em pleno parque da Casa da Guia. Fica mesmo ao lado do &#8220;<a href="http://no-prato.com/sushiguia/">SushiGuia</a>&#8220;. E sim, para quem conhece a área, tem uma esplanada bem sobre a falésia, daquelas onde apetece ficar horas numa noite quente de Verão, prolongando o jantar com umas bebidas frescas e boa companhia, a observar o recorte da costa da Boca do Inferno ou os barcos dos pescadores lá em baixo (ou, após umas pedaladas na ciclovia do Guincho num Domingo de manhã, a almoçar com vista directa para o azul do Atlântico). O restaurante (&#8217;bistro&#8217;? Não sei, confesso a minha ignorância no que respeita a estas nomenclaturas, pior ainda se for &#8220;Gazebo&#8221;) deve o seu nome informal (ninguém lhe chama &#8220;Garbo&#8217;s&#8221;, toda a gente o designa como &#8220;As suecas&#8221;) às cidadãs de origem nórdica que servem à mesa e que, para além de se distinguirem pela melena dourada, de vez em quando resolvem conversar numa língua pouco mais que gutural e absolutamente incompreensível para o comum dos mortais (salvo se falar sueco…).</p>
<p>Bem, e o que é que se come? Começando pelo início, deixem-me falar daquela pasta para barrar no pão que é absolutamente divinal e que costuma anteceder seja que género for de pedido. Eu não sei o que é aquilo (não se encaixa nas minhas definições típicas de manteiga, margarina, pasta de atum ou de sardinha), mas sabe bem! Depois podem sempre pedir-se umas entradas, que podem ir desde salada de rúcula até estranhas entradas com salmão (&#8217;salmão marinado com molho hovmäster&#8217;) ou &#8216;tostas skagen&#8217; – um conselho, votem no exótico, salada de rúcula há em todo o lado!</p>
<p>O menu apresenta uma variedade de pratos, uns mais suecos que outros (acho que a &#8216;picanha completa&#8217;, a &#8216;bolognesa da casa&#8217; ou a &#8216;moqueca de peixe&#8217; não são invenções nórdicas), mas, normalmente, há duas &#8216;famílias&#8217; de pratos que valem definitivamente a pena. As saladas costumam ser excelentes, quer sejam de &#8216;mozzarela com óleo de pesto&#8217;, de &#8216;bluecheese&#8217; ou &#8216;grega&#8217; (ou então essa salada de saladas que é a &#8216;da casa&#8217;, uma mistura de todas as outras). A outra grande opção costumam ser as pizzas! É natural que neste momento se estejam a perguntar &#8220;Mas este tipo vai comer pizzas para um restaurante com nome sueco?&#8221;. A resposta é &#8220;Sim! Porque são boas!&#8221; Na realidade, costumam ser deliciosas, bem simples, finas e estaladiças – normalmente, de comer e chorar por mais! Têm um outro pormenor: todas as pizzas têm nomes imediatamente associados à Suécia, seja personagens de histórias infantis, governantes históricos, jogadores de futebol, lojas de mobiliário, modelos,… (na realidade, tornou-se uma piada fácil dos meus amigos anunciarem que num determinado dia comeram &#8216;x&#8217; – normalmente, uma pizza Helen Svedin…).</p>
<p>Para acabar, sobremesas! Aconselho a &#8216;Applecrumble com molho de baunilha&#8217; ou os &#8216;kanelbullar&#8217; (bolinhos de canela). Ou, se forem viciados em chocolate como eu, o &#8216;fudge de chocolate&#8217;.</p>
<p>Bom apetite!</p>
<p><strong>Garbo&#8217;s</strong><br />
Tipo de cozinha: sueca (mas com umas valentes adaptações ao gosto nacional)<br />
Horário: das 12h às 24h<br />
Preço médio: 15€<br />
Morada: Casa da Guia - EN 247 -Guia - 2750-374 Cascais<br />
Telefone: +351 916744430 / +351 965357030<br />
Pagamento: Numerário e cartões de crédito/débito</p>
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		<title>Restaurante A Escola</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 23:44:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Rebelo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Alcácer do Sal]]></category>

		<category><![CDATA[alcácer]]></category>

		<category><![CDATA[alentejo]]></category>

		<category><![CDATA[cachopos]]></category>

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		<description><![CDATA[[Depois de um namoro prolongado, o prato recruta um colaborador novo, Pedro Rebelo. O post original que deu origem a este contributo está aqui.]
Nota do autor: Antes de mais, o obrigado pelo convite e aqui fica o compromisso de tentar ser regular&#8230; Boas mesas para todos.
Combinámos com um grupo de amigos um almoço em grande. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small><em>[Depois de um namoro prolongado, o prato recruta um colaborador novo, <a href="http://browserd.com">Pedro Rebelo</a>. O post original que deu origem a este contributo está <a href="http://www.browserd.com/2008/03/11/contrastes-a-escola-green-pepper/">aqui</a>.]</em></p>
<p><strong>Nota do autor:</strong> Antes de mais, o obrigado pelo convite e aqui fica o compromisso de tentar ser regular&#8230; Boas mesas para todos.</small></p>
<p>Combinámos com um grupo de amigos um almoço em grande. Levar os miúdos e fazer uma daquelas refeições prolongadas. O sitio escolhido foi o restaurante &#8220;A Escola&#8221; em Cachopos perto de Alcácer do Sal.</p>
<p>O edifício só por si inspira certa graça. ainda que de entre os presentes ninguém tivesse estudado em tais escolas, todos nós reconhecíamos as instituições Estado Novo em que estudaram os nossos pais. A letras ainda lá estão a anunciar a “Escola Primária”. Entra não entra espera não espera está lá servido e pronto a beber o moscatel da região (Setúbal) para ajudar a passar o tempo. Junta a este a ardósia de outros tempos e uma ou duas carteiras das antigas estrategicamente mantidas para dar um toque de encanto a todo o restaurante. A reserva feita com algumas semanas de antecedência revelou-se uma grande mais valia. Não só não havia mesa vaga (a não ser as nossas que aguardavam) como quem atendia o telefone à entrada repetia insistentemente que não tinha como sentar mais ninguém sem reserva).</p>
<p>As entradas chegaram à mesa em forma de cenoura aberta, linguiça frita, pimentos desfiados, salada de atum envinagrada enfim, uma série de pequenas delicias. Pouco depois (dando ainda assim tempo a que se repetissem algumas das iniciais iguarias) chegavam os peixes. Arroz de choco com camarão do rio. Um choco delicioso, suave sem ser mole acompanhava um arroz solto e caldoso que a toda a gente agradou. Seguiu-se um ensopado de cherne. Houve logo ideia por alguns de que pão molhado não era comida de bom gosto mas provado que foi o ensopado com o tal do pão torrado lá dentro e o cherne no ponto, a ideia se desfez e poucos foram os que não repetiram.</p>
<p>Em ritmo correcto vieram depois as carnes começando por um magnifico entrecosto com batata de rebolão. Foi comer até fartar (que havia sem duvida comida à farta). Como nestes almoços parte essencial da festa é a conversa, ainda alguns de nós mal tínhamos provado a tal batata e já estava outra pérola da casa em cima da mesa. Empada de coelho bravo. Com um aspecto fenomenal e um sabor que em nada lhe fica atrás, este foi para muitos dos presentes a estrela da tarde. Pela minha parte tudo o que veio à mesa fez brilhar a constelação d’A Escola. Mas sim, esta empada era algo de outro mundo.</p>
<p>Vieram por fim os doces em forma do já tradicional pijama ou seja, as travessas com um pouco de tudo o que é tradicional pelos campos do Alentejo (um pão de rala memorável até para quem não gosta de gila) e mais um pouco (um bolo de brigadeiro de chorar por mais). Para fechar em beleza foi servido um licor de bolota que faz qualquer um lá voltar por mais… 4 horas à mesa do melhor que se tem provado.</p>
<p>Antes da partida ainda deu tempo para que os mais novos brincassem um pouco (não fosse aquilo uma escola) entre escorregas, baloiços e cavalinhos de madeira…</p>
<p>A sensação já sobre a ponte Vasco da Gama era de que não haveria jantar para ninguém.</p>
<p><strong>Restaurante A Escola</strong><br />
Tipo de cozinha: Regional<br />
Horário: 11:30 às 15:30 / 19:30 às 0:00. Encerra à segunda feira<br />
Preço médio: 25€<br />
Morada: Estrada Nacional 253 - Cachopos - 7580-308 ALCÁCER DO SAL<br />
(Siga Estrada Nacional 253. Entre Álcacer do Sal e Tróia está a localidade de Cachopos, onde se encontra o restaurante.)<br />
Telefone: +351 265612816<br />
Pagamento: Numerário / cartões</p>
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