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Sedução

2010/05/25

Quem desce do Castelo de São Jorge, pouco passada a hora do almoço mais tradicional, vem quase certamente com fome. Ao fim-de-semana mais ainda que a oferta work related está de folga…

Ao descer a Rua Augusto Rosa, chama a atenção a porta que deixa antever a sala em tons de verde e pontilhada a dourado. Só por si, parece desenquadrada do ambiente à volta e, com a carta à porta, recheada de nomes apetitosos e preços que não o são menos, a entrada não se faz esperar.

Sala ainda vazia, um atendimento 5 estrelas. Simpatia e educação ficam bem em todo o lado. Mesa da janela, para ver os eléctricos que passam.

Sugestão, da chef que vem à mesa. Para a mais pequena, que diz desde logo que só come arroz ou massa, sairá um tagliatelli mas, com um toque de verde, com brócolos (sim, sim, eu gosto de brócolos), cenouras baby e tomates cherry. Para nós, de maior sustento, segue-se a descrição:

Bacalhau à Príncipe. Cozido e envolto numa massa folhada fina e estaladiça, com molho bechamel. Acompanha com legumes salteados, entre courgettes, beringela e cenouras. Só pecou por falta de uma qualquer condimentação adicional que desse um brilho extra ao bechamel. Ainda assim, uma delicia.

Risotto de enchidos sendo que estes eram a farinheira e a alheira. Do arroz no ponto ao queijo certo, passando pela presença da carne não só pelo gosto mas também pela textura, o risotto estava realmente divinal. Acompanhava com uma salada de alface e tomate cherry, com um risco de balsâmico a dar o toque final ao prato.

O calor do dia chamava ao branco e não sendo a escolha de vinhos muito extensa (na quantidade diga-se pois no preço, estende e não é pouco), ficámos pelo vinho a copo sendo que foi um Reguengos bem fresco. E foi uma escolha acertada.

A refeição satisfez e bem, deixando pouco espaço a aventuras pelo mundo dos doces mas ainda assim, e seguindo a sugestão atenciosa de quem nos servia, pedimos o Bolo de Chocolate da Tia Mercedes. Em boa hora o fizemos. De uma textura variada, crocante onde se quer e quase derretido onde deve, bate a pontos outros bolos de nome famoso que se encontram na praça Lisboeta.

Veio o café e o garoto que, ainda que tentado, não saiu como pedido (só leite quente com uma gota de café). Não mancha a experiência. Sabemos que não é fácil e mesmo que fosse, tudo o resto compensava o deslize.

Resumindo, o Restaurante Sedução fica a fazer parte da lista de referências.

Restaurante Sedução
Tipo de cozinha: Portuguesa / Moderna
Preço médio: 20€
Morada: Rua Augusto Rosa 4, 1100-059 LISBOA (logo acima da Sé)
Telefone: +351 218 888 144
Pagamento: Numerário / Cartões

Sacramento

2010/05/02

Noite de sexta-feira, a começar pela zona do Chiado. Bem, começa da melhor forma porque não? Temperatura amena, luzes a abrilhantar as ruas. Que seja.

Para um jantar a dois, sem vontade de tirar o carro do estacionamento, um estar sossegado, comer bem e conversar aproveitando o grito de liberdade que aos 5 anos soava lá por casa (que é como quem diz, a Patrícia foi dormir a casa de uma amiga). Visita da praxe à catedral FNAC, subir a Garrett e virar à Sacramento. Subir mais um pouco e pouco além do meio caminho, abre portas o Restaurante Sacramento. Num espaço pré-pombalino, recebidos à entrada onde aguardamos dois minutos (falta de reserva em noite de sexta oblige), deu para pensar que o espaço de bar à esquerda também é convidativo. A visitar noutra altura.

Acompanham-nos à mesa. Não há vagas nas salas de baixo mas o andar de cima conseguido em forma de varanda interna, ainda permite sentar. Tempos muito correctos. Mesa simples mas bem decorada, combina com o estilo de toda a casa. Couvert à mesa, uma pasta de atum com um toque não identificado e que a tornava mais agradável que o costume, azeite suave e bem temperado com umas gotas de vinagre balsâmico. Pão de Centeio com sementes e ainda um pão de cebola no ponto.

De entrada serviu-se uma empada de caça com redução de Vinho do Porto. O termo escolhido se fosse folhado não identificaria mal o prato pois a textura do envolvente, tal a suavidade, estava mais para o folhado mas, que não se entenda mal a observação: Estava muito boa. A caça do recheio em boa dose, a redução a deixar-se notar. O afamado Ratatui (que até ao rato pouca gente conhecia) era composto por rabanete, alface francesa, rúcula e tomate cerise.

Os pratos ficaram-se pela carne pela vontade de experimentar. Ficará para próxima visita o Bacalhau com Broa e Grelos à Sacramento.

Vieram os Supremos de frango, recheados com farinheira e acompanhados de Ratatui de legumes e arroz de nozes. A carne deliciosa, os peitorais da ave, de tamanho generoso, ganhavam da farinheira não só o sabor mas a devida gordura. O prato só ficou a perder pela maturidade que as nozes do arroz, claramente, já tinham atingido. Ou isso ou um mau acondicionamento das mesmas. Nada que não se ultrapassasse uma vez que o arroz era dispensável até para a totalidade do prato.

Seguiu-se o Tornedó de vitela com Queijo da Serra e espargos, enrolado em presunto. Servido em cama de esparregado, acompanhava com batatas fritas servidas à parte, salada e cebola ripada a cobrir a peça de carne.

Não só a carne era muito tenra e saborosa como se encontrava servida em dose certa. O rolo bem feito e o recheio generoso. O meu medo de que os espargos roubassem protagonismo à carne era infundado. Por mim, estava óptimo.

A refeição foi regada com um tinto Dão Porta Fronha 2005 que se revelou uma agradável surpresa assim que se deixa abrir por uns minutos no copo. Funciona e bem. Muita fruta o que calhava bem com o que se comia. Os vinhos do Dão a ganharem rapidamente a minha preferência.

De sobremesa foi dividido um Crumble de Maçã, Passas e Amêndoas com Gelado de Baunilha. Crocante como se quer, doce na dose certa e com o gelado a fazer bom par, a sobremesa calhou bem para finalizar.

O café veio prontamente e o garoto clarinho lá teve que ser substituído por uma chávena de leite quente que, recebeu depois uma colherada de café fazendo aquilo que nos restaurantes teimam em não ouvir ser pedido. Adiante.

O serviço foi muito bom, atencioso e competente, a dar vontade de voltar. O espaço é dado quer a uma refeição mais intima quer a um jantar de amigos (dentro do género é claro).

Restaurante Sacramento
Tipo de cozinha: Portuguesa / Moderna
Horário: Das 12:00 às 15:00 ao almoço e das 19h30 às 24:00 para jantar.
Preço médio: 25€
Morada: Calçada do Sacramento 40-46, Chiado, Lisboa
Telefone: +351 21 342 05 72
Web: http://www.sacramentodochiado.com
Pagamento: Numerário / Cartões

Gemelli

2009/08/04

Como já vem sendo tradição, o mês de Agosto é reservado para os restaurantes que se coleccionam durante o ano e que a presença da pequena Patrícia não nos deixaria apreciar convenientemente. Não que ela nãos se porte bem e à altura de um qualquer restaurante de primeira mas, como qualquer criança de 5 anos, o tempo que se aguenta sossegada numa cadeira de restaurante é por demais limitado para que se possa usufruir dos prazeres de uma aprumada amesendação (desculpem lá os que não gostam do termo mas, estas coisas neo-românticas sempre me fascinaram).

Desta feita o primeiro da lista foi o Gemmeli. A revista Blue Wine faz questão de o colocar entre as suas escolhas de eleição. O nome do Chef é referenciado quando se fala de modernidade, qualidade e apresentação. Muito bem. Vamos então descobrir os encantos do restaurante italiano que não tem pizzas ali à rua de São Bento.

A porta fechada recebe-nos com um aviso. Toque à campainha somente uma vez. Efectivamente não foi preciso mais que isso. A porta abre e umas escadas indica-nos que a sala de jantar será lá em cima. A recepção é logo à entrada após confirmação na lista da reserva efectuada. Consta. Estranhei não ver um sorriso mas nem todos nascemos com ele e isso nem sempre é mau sinal.

Levados à mesa de bom grado nos deparamos com uma mesa à janela, panorâmica, espaçosa. A rua lá fora, São Bento um pouco abaixo. Primeira observação, para um jantar às 22h30m a sala está bem composta.

A decoração é simples mas moderna e agradável. Começando nos pequenos candeeiros que pendem junto às mesas acabando nas básicas cortinas que protegem meia janela. Mais floreado desviaria a atenção do essencial: o que estava para vir.

Dois Martini bianco, em dose certa ainda que talvez com um pouco, só um pouco, de gelo a mais. Tempo dado para a devida conversa e chega à mesa um pequeno amuse bouche” em forma de sopa de feijão branco. Muito bom. Ainda a abrir um falafel com recheio de queijo que estava igualmente saboroso.

Vem depois o pão (que não podia faltar). 4 variedades diferentes, quente a pedir ser comido. O azeite extra virgem vem à mesa e por lá fica para nosso deleite e onde se espera que acompanhe a travessa de queijo Grana Padano. Por mim, mais um fã.

A dança de pratos começa então com um “pequeno pudim de camarão sobre cama biológica” onde uma leve almofada individual com sabor a camarão é servida sobre umas folhas de rúcula e pequenas folhas de alface tendo por companhia pequenos toques de pimento vermelho.

O prato seguinte foi uma pasta Orecchiette com legumes cortados finos, requeijão e um pesto de manjericão. Muito saborosa, lá arranjaram forma de me pôr a comer courgettes.

Para fechar os pratos de porte, um magnifico risotto de azeitonas negras desidratadas com finas fatias de novilho em topo e molho de fois gras. A consistência que se quer, num grão que ainda que grado, parecia o indicado para o prato.

A refeição acima foi convenientemente acompanhada na sua primeira parte (até ao risotto entenda-se) por um suave PV Branco (infelizmente sem registo datado), um Douro com uma acidez discreta e muito fresco. Já a segunda parte da refeição se fez sentir com o peso de um tinto que das Beiras nos trouxe um paladar encorpado e notas de fruta vermelha. Ao primeiro contacto o Quinta do Cardo 2005 marcou a boca mas de imediato se fez notar como um acompanhamento de bom tom.

A sobremesa apresentou-se na forma de um ragu de frutos tropicais com gelado de 3 sabores a saber: Café, Baunilha e Manjericão. Também aqui levado a comer os frutos que per si não comeria, entre a calda fresca lá se comeram e quanto aos gelados, enquanto a baunilha sendo boa não deixa história (por ser comum não por que não o mereça) o de café marca bem a posição e vinca o sabor. O manjericão ganha pela originalidade e pelo paladar que facilmente limpa a boca.

O café e o garoto (claro. Leite quente e gota de café em temperatura correcta) fecharam a mesa.

Nota final ao serviço que prestável e atencioso pecava por vezes pela suavidade com os pratos nos eram enunciados sendo que entre a voz baixa e a pronuncia afincadamente estrangeira por vezes levavam ao pedido de repetição. Nada que manche a ideia da casa.

O Gemelli está claramente aprovado e incluído na lista de regresso. Não é casa de todo o dia que o preço a tal não deixa mas é claramente mais um daqueles sítios a que vale a pena voltar para um bom momento de mesa.

Gemelli
Tipo de cozinha: Italiana com um toque de autor (ou vice-versa)
Horário: Das 12:30 às 15:00 e das 20:00 às 24:00
Preço médio: 45€
Morada: Rua Nova da Piedade 99 – 1200-297 LISBOA
Telefone: +351 213 952 552
Pagamento: Numerário / cartões

Amarra ó Tejo

2008/08/11

O Amarra ó Tejo é agradável só de ver. Mesmo junto à falésia virado ao rio, as grande paredes envidraçadas prometem só por si uma agradável estadia. A vista de Lisboa com a ponte ao fundo é já sobejamente conhecida mas se acompanhada de um pôr-do-sol de Verão (entre as 20 e as 21 à data) torna-se algo de quase indescritível… É o antever do que se segue com as luzes da cidade a iluminarem o azul da noite…

Entrados, sentados nota-se de imediato algum esmero e cuidado na apresentação das mesas. Não é de um luxo ostensivo mas de primor pelo serviço. As cartas chegam à mesa e essas mereciam já algum cuidado adicional. Não que a comida se possa medir pela qualidade do papel em que é apresentada mas o comer dos olhos aprecia a refeição do principio ao fim…

Passámos a abertura pois não nos chamou ao gosto a normalidade da Caipirinha (ainda que com espumas a acrescentar). Já o couvert trazia consigo um queijo de Azeitão que marcou a qualidade. Não sei casa nem valor mas o sabor não deixou amargo de boca. Pelo contrário.

De entrada apostámos no gosto de quem já conhecia indo para o Pastel de queijo de cabra que se fazia acompanhar de um doce de mirtilios mas que mesmo sozinho não faria má figura. Vieram ainda para a mesa os cogumelos recheados com queijo derretido e bacon. Ainda que não seja uma especialidade nunca antes vista, estavam de sabor e confecção em geral, muito bem conseguidos.

Já esperávamos a ementa apresentada pois conhecendo a minha particular predilecção por carnes, todos quantos nos referiam o restaurante em questão nos falavam dos peixes. É deles que a carta tira o brilho. Poucos pratos, dão a entender o cuidado e tempo que se poderá dedicar às escolhas.

Entre os propostos escolhemos os Filetes de Peixe Galo com açorda de ovas do mesmo e Tamboril em molho de Navalheiras acompanhado de Puré de Salsa.

Apresentação, sabor e frescura em qualquer um deles é ponto de honra certamente pois só assim se justifica a presença de todas em tudo quanto foi servido. Os filetes de Peixe Galo, em bom numero, num dourado de quem foi frito em óleo de primeira mão estavam deliciosos e a açorda de ovas não ficava atrás com uma consistência perfeita e um sabor de igual valor. O Tamboril fez-se representar por dois bons pedaços igualmente frescos e saborosos. O molho de Navalheiras, tivesse um pouco mais marcante e seria estrela na refeição. Foi só complemento. O puré de salsa compunha o prato e dava peso à refeição. Dificilmente se arranjaria melhor acompanhamento.

Também por sugestão, o vinho foi o da casa. Um Dona Ermelinda branco 2007 que pela frescura e equilíbrio nos encantou. Com um toque de fruta e uma madeira muito leve, este vinho da zona de Palmela deixa um toque escorregadio mas lento pela boca e visível no copo. Uma boa escolha.

Na sobremesa desapontou-nos a falta de possibilidade de nos prepararem o Pastel de Chocolate. A carta avisa-nos que a preparação deste depende do serviço que haja e a casa estava efectivamente cheia… Veio em substituição um clássico semi-frio de nata e molho de chocolate (preferiria chocolate negro ao de leite que somou mais doce à nata) e uma magnifica flute de sorvete de limão. O ponto desta assemelha-se mais a uma espuma do que ao solidificado sorvete mas mantém o sabor. Uma agradável surpresa.

Para finalizar, o café e o já esperado garoto. Noutros textos já tenho escrito a importância que damos ao garoto. Este pode ser (e efectivamente é) razão para não mais voltar a uma casa tais as situações que já temos encontrado. Tal como sempre pedimos um garoto muito, muito claro. Complementamos o pedido com “Só leite quente e uma pinga de café.”. É servido demasiado escuro. Vai para trás. Pedimos que nos tragam só leite quente. O leite veio mas infelizmente não sabia bem. Não nos pareceu que estivesse azedo mas o sabor do leite era demasiado forte (talvez leite gordo mas mesmo assim, era forte demais) e mesmo com a gota de café não se conseguia beber.

Detalhes como este podem estragar uma fantástica experiência. Não foi o caso ainda que ficasse de memória. Tudo o resto nos agradou sobejamente e nos deixou garantidamente com vontade de voltar.

Amarra ó Tejo
Tipo de cozinha: Peixe / Fusão
Horário: Terça a Domingo das 12h30 às 15h00 e das 19h45 às 22h30 (encerra Domingo ao jantar).
Preço médio: 35€
Morada: Jardim do Castelo – 2800-046 ALMADA
Telefone: +351 212 730 621
Pagamento: Numerário / cartões

Aya

2008/07/27

Sem exageros, o Aya é a única maneira em Portugal de ter uma experiência gastronómica verdadeiramente japonesa, a todos os níveis. O primeiro Aya apareceu na Rua das Trinas em Lisboa em 1992, e actualmente existem dois restaurantes Aya (além do Aya Bistrôt): o Aya nas Twin Towers (Campolide) em Lisboa, que abriu em 2002, e o recém inaugurado Aya que se situa na zona da Nova Carnaxide.

O Aya das Twin Towers tem como tema os jardins japoneses, e o novo Aya explora o tema da arte e da arquitectura japonesa. Em ambos os espaços há opção entre três tipos de experiência: ao balcão, onde se vê em primeira mão o trabalho dos sushi chefs; à mesa, na sala principal; e ainda existem salas separadas para pequenos grupos, onde se pode ter mais privacidade. No Aya de Nova Carnaxide há ainda duas salas especiais: a sala Omakase, onde um grupo até seis pessoas pode apreciar em privado o trabalho de um sushi chef em exclusivo; e a sala Kaiseki, onde num ambiente completamente diferente se pode ter um menu tradicional de degustação.

As especialidades, é claro, são o sushi e o sashimi, de uma frescura única, e com uma apresentação completamente tradicional. Mas a ementa é vasta, com uma gama transversal da gastronomia japonesa, que inclui as tempuras, o sukiyaki, o wagyu steak, massas japonesas, e muitas outras. Não há razões para deixar de ir se houver alguém que não goste de comida “crua”. Nas sobremesas, para algo diferente experimente o gelado de sésamo preto, ou o Anmitsu, que é uma sobremesa mista de fruta, fejião doce, e gelatina de algas.

O estacionamento no Aya das Twin Towers é gratuito durante duas horas, e o Aya de Nova Carnaxide tem um estacionamento à porta.

Aya
Tipo de cozinha: Japonesa tradicional
Horário: aberto toda a semana para almoços e jantares
Preço médio: 20€ a 50€
Morada:
Aya (Twin Towers) – Centro Comercial Twin Towers – piso 0 – Rua de Campolide, 351, Lisboa
Aya (Nova Carnaxide) – Rua Aníbal Bettencourt, nº 71 – Alto dos Barronhos, Nova Carnaxide
Telefone:
Aya (Twin Towers) – +351 217271155
Aya (Nova Carnaxide) – +351 214181684
Web: http://www.ayarestaurante.com
Pagamento: Numerário, cartões de débito e de crédito

Sessenta

2008/07/15

Tendo como assinatura “espaço aos sabores”, o sessenta é um novo restaurante com três conceitos. Ao almoço, de segunda a sexta, uma ementa mais restrita com um ritmo mais rápido, em que dois dos pratos são fixos por cada dia da semana, e os restantes pratos são novidades diárias; entre as 16 e as 19 horas, de segunda a sábado, está disponível um conceito wine bar, com vinho a copo e petiscos portugueses; e para os jantares e para o almoço de sábado, uma ementa completa de cozinha portuguesa com uma apresentação moderna.

Como destaque, nos peixes vai para a trilogia de polvo, composta por polvo gratinado com mel, tempura de polvo e arroz, e salada de polvo; nas carnes, para a empada de caça, que é de perdiz e faisão com chutney de uva, cogumelos salteados e molho de vinho tinto. Nas sobremesas, é de experimentar a delícia gelada de chocolate e avelã com frutos vermelhos. Tem uma carta de vinhos bastante completa, com oitenta vinhos incluíndo espumantes, dos quais vinte estão disponíveis a copo.

A decoração é moderna e minimalista, mas ao mesmo tempo acolhedora, com um bar à entrada onde se pode beber um aperitivo. O estacionamento é bastante fácil, havendo vários parques num raio de duzentos metros.

Sessenta
Tipo de cozinha: Portuguesa moderna
Horário: encerra ao Domingo, almoço e jantar
Preço médio: almoço 10€, jantar 25€, wine bar 8€
Morada: Rua Tomás Ribeiro, 60 – Lisboa
Telefone: +351 213526060
Web: http://www.sessenta.pt
Pagamento: Numerário, cartões de débito e de crédito