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	<title>no prato com... &#187; serra</title>
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		<title>Espaço Açores</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 11:30:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo R Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O motivo? Bom, a Cláudia e o Miguel iam casar-se e, por isso, íamos todos jantar fora – um último jantar com toda a gente sem ter ainda assinado papelada. E, no meio de “onde é que se vai jantar?”, alguém disse “eu conheço um sítio”. Era este.
O Espaço Açores fica na Ajuda, no mercado, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O motivo? Bom, a Cláudia e o Miguel iam casar-se e, por isso, íamos todos jantar fora – um último jantar com toda a gente sem ter ainda assinado papelada. E, no meio de “onde é que se vai jantar?”, alguém disse “eu conheço um sítio”. Era este.</p>
<p>O Espaço Açores fica na Ajuda, no mercado, com uma vista que promete ser simpática sobre o casario até ao rio (nós fomos jantar… daí o “promete”… estava escuro…). A sala alberga cerca de 50 pessoas, num ambiente descontraído e moderno (linhas direitos, ferro, preto, madeira, basalto,…).</p>
<p>“E então?” perguntam vocês, “E o que é que se come?” – “Tudo” respondo eu “Sobretudo se forem à quinta-feira!”. Quinta-feira é noite de buffet. Ou seja, estão uns senhores simpáticos com um grande avental azul, numa mesa no centro da sala, onde nós nos deslocamos e somos “empurrados” a provar supimpas iguarias (como alheira, torresmos, alcatra, polvo, atum,…) em quantidade e sabor a desafiar qualquer dieta… especialmente a minha! Parece que têm também (mas não provei, não sei se estará incluído no buffet normal) moreia (sabem aquele peixe estilo cobra que nos filmes do Cousteau saía sempre de buracos para ir morder o mergulhador? – é esse!), peixe-serra (que não me lembro de ter provado em Portugal, mas que achei delicioso onde provei – e vai ser uma razão para voltar a este restaurante), mero, cozido das furnas (mas, sem furnas por perto, deve perder parte do encanto…), arroz de lapas… Delicioso! E a prometer muito!</p>
<p>Sobremesas? Ainda têm “espaço”? Bom, há barriga de freira, há milhares de pudins de fruta, há queimada de ovos, há espera-maridos (outra boa razão para lá voltar!), tigelada de São Miguel,…</p>
<p>Se querem passar por uma experiência de gastronomia açoriana, sem ter que apanhar o avião ou o barco (sobretudo o barco, que balança muito e demora muito tempo), aconselho-vos a experimentar este restaurante. Não é necessariamente barato (sem ser escandaloso, nomeadamente para o que devorámos), mas é bom. A única questão é que… sejamos sinceros, não tem o sotaque açoriano…<br />
<strong><br />
Espaço Açores</strong><br />
Tipo de cozinha: Açoreana<br />
Horário: De quarta a segunda, das 12h às 24h (encerra às terças)<br />
Preço médio: 30€<br />
Morada: Largo da Boa Hora Loja 19 Mercado da Ajuda – Lisboa<br />
Web: <a href="http://www.espacoacores.com/">http://www.espacoacores.com/</a><br />
Mail: restaurante@ espacoacores.com<br />
Telefone: +351 21 364 08 81 / +351 31 364 03 53<br />
Pagamento: numerário, multibanco, cartões de crédito</p>
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		<title>O Albertino</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 21:25:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo R Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gouveia]]></category>
		<category><![CDATA[cabidela]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi ao final de tarde de um dia chuvoso, lá para as bandas da Serra da Estrela. Passámos várias placas a dizerem que “O Albertino” era já ali (a população da terra deve ter pouca imaginação para nomes de restaurantes, ou o original já fundou um pequeno império serrano) e, chegando ao empedrado da vila, estacionámos, apeámo-nos e ficámos sob o lusco-fusco, durante 2 segundos, a pensar o que nos esperava dentro daquela casa de 3 andares, de granito, de onde podíamos já adivinhar o cheiro das iguarias que íamos provar</p>
<p>Todo o santo dia estivemos a entrar e a sair de carros, sob a ameaça mais ou menos constante de chuva, que, de vez em quando, decidia que “agora é que é!” e descarregava no pessoal cá em baixo, que, enfim, só estávamos ali para encontrar uns tupperwares (quem não perceber esta, não se preocupe, salte à frente ou vá a “www.geocaching.com”). Numa dessas ocasiões, em que estávamos abrigados por baixo de uma grande árvore ao pé de um convento, começou a discutir-se a ‘janta’! “Onde é que vamos jantar”, “É aqui!”, “Podíamos ir antes ali, que eu conheço e…” e, de repente, um nome começou a tornar-se unânime – “Temos que ir a ‘O Albertino’, a Folgosinho, porque lá é que se come bem”! Bem, a mim, parecia-me um sítio tão bom como outro qualquer e, como tal (e também porque, confesso, estava de boleia e não me dava muito jeito fazer 50 quilómetros a pé pela serra até ao parque de campismo), embarquei no jantar. Mal sabia eu o que me esperava…</p>
<p>Subimos as escadas, para o andar da sala onde estávamos instalados, repartimo-nos pelas 2 mesas corridas paralelas e… primeira notícia… “Aqui não escolhem nada! Comem da ementa única que há!”. Segunda notícia – “São 5 pratos seguidos e comem à vontade!” Ui! Uma mistura de menu de degustação com “all you can eat” em versão serrana… isto prometia!!! (nota: na realidade, também é possível escolher os pratos ‘individualmente’, sem ser neste menu fixo mas… para quê??)</p>
<p>Bem, deixem-me dizer-vos que, depois de nos termos atirado ao pão e ‘entradinhas’ (hmmm! Chouriço, morcela, queijo…) como se não houvesse amanhã, é que o “campeonato” começou a contar. A partir daqui eu tenho alguma dificuldade em diferenciar as notas que tirei nessa noite. Não por nenhuma questão… “etílica”, mas porque os adjectivos que encontro mais profusivamente nas notas são “saboroso”, “fabuloso” e “se eu não soubesse que ainda faltavam 3 pratos repetia este 5 vezes”. Mas, enfim, deixem-me dizer-vos que o arroz de cabidela de coelho estava bem saboroso (mesmo para quem não adora propriamente cabidela, como é o meu caso), a feijoada de javali (o Obélix andou a apanhá-los na noite anterior) estava excelente (devo dizer que eu gosto de javali…), a vitela estufada estava muitíssimo boa, o cabrito no forno (hmmmm! Cabrito!) estava divinal (mas parece que me queixei do sal…) e o leitão assado (que, como toda a gente sabe, deve ser comido com laranja) estava fabuloso, de bater no vizinho da frente e tentar arrancar-lhe o nariz! E, para rematar… leite creme (mas daqueles bons!), queimado com ferro! O adjectivo a empregar é “delicioso”! Também havia arroz doce (regular&#8230; acontece) e requeijão com doce de abóbora (que, tal era o meu estado de ‘gravidez’, já nem consegui tocar).</p>
<p>Ah! Estou a esquecer-me de um pormenor importante. Depois de termos comido (cada um de nós) 5 pratos com um nível calórico semelhante ao de uma refeição de qualquer adolescente norte-americano no McDonald’s (à volta das 20000 calorias), pagámos…  €12,5 (cada)…</p>
<p>Bem, concluindo! Se estão de dieta, e querem transformar-se num qualquer ícone da moda anoréctico, não vão a “O Albertino” em Folgosinho. Em qualquer outra situação (ou seja, se forem um comum mortal, especialmente à procura de um qualquer prazer hedonístico gastronómico serrão), estão compulsivamente obrigados a ir procurá-lo! Ah! E aproveitem e dêem uma volta a pé por Folgosinho – a aldeia merece (é bem bonita), está num local espectacular, e vocês vão ter que abater o jantar, se querem caber entre o volante e o banco do condutor…</p>
<p><strong>O Albertino &#8211; Folgosinho<br />
</strong>Tipo de cozinha: portuguesa / serrana<br />
Horário: Terça a domingo das 12h00 às 15h00 e das 19h00 às 21h00(aos Domingos só servem almoços) (nota: encerrado nas três primeiras semanas de Setembro)<br />
Preço médio: 12,5€<br />
Morada: Largo do Adro de Viriato N.º 8 / 6290-081 Folgosinho<br />
Web: <a href="http://www.oalbertino-folgosinho.com">http://www.oalbertino-folgosinho.com</a><br />
Telefone: +351 238 745 266<br />
Fax: +351 238 748 037<br />
Pagamento: numerário, multibanco</p>
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		<title>Lá em Casa</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Apr 2005 16:23:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tiago Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gouveia]]></category>
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		<category><![CDATA[barato]]></category>
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		<description><![CDATA[Gouveia fica no caminho da Serra da Estrela e já se sabe que onde há turismo há sempre dificuldade em se comer bem e barato. Por outro lado, já se sabe que é no norte e no centro do país que se come melhor. Paradoxo? Bem, a experiência gastronómica do Lá em Casa é, embora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gouveia fica no caminho da Serra da Estrela e já se sabe que onde há turismo há sempre dificuldade em se comer bem e barato. Por outro lado, já se sabe que é no norte e no centro do país que se come melhor. Paradoxo? Bem, a experiência gastronómica do Lá em Casa é, embora manchada pela falta de memória no que toca aos pormenores, algo profundamente recomendável. É possível fazer uma refeição completa num restaurante moderno e bem decorado, com um serviço irrepreensível, abusar do saboroso pão serrano (e do queijo, para quem é apreciador) e das demais entradas, experimentar mais que um prato da extensa lista, pedir uma sobremesa extra e saborear um bom vinho e pagar metade do preço que se pratica habitualmente no litoral ou nas maiores cidades portuguesas.</p>
<p>A re-visitar, obrigatoriamente. Para encher a barriga e para preencher este espaço de pormenores&#8230;</p>
<p><!--data--><strong>Lá em Casa</strong><br />
Tipo de cozinha: portuguesa<br />
Preço médio: 15€<br />
Horário: Fecha à segunda feira<br />
Morada: Sítio de Barreiros &#8211; Gouveia (Guarda)<br />
Telefone: +351 238 491 983<br />
Pagamento: Aceita numerário/cartões de crédito</p>
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