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	<title>no prato com... &#187; Setúbal</title>
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		<title>Três 15 Dias</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 00:20:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo R Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Setúbal]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma boa surpresa em Setúbal.
A Ângela por um lado parecia bem entusiasmada quando dizia que nos queria levar àquele restaurante naquela noite, mas ao mesmo tempo, misturava palavras de cautela (“eu nunca fui lá!”), como se precavendo de uma possível desilusão, de nos estar a conduzir a um flop. Mas a Ângela não podia estar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma boa surpresa em Setúbal.</p>
<p>A Ângela por um lado parecia bem entusiasmada quando dizia que nos queria levar àquele restaurante naquela noite, mas ao mesmo tempo, misturava palavras de cautela (“eu nunca fui lá!”), como se precavendo de uma possível desilusão, de nos estar a conduzir a um flop. Mas a Ângela não podia estar mais certa na sua escolha!</p>
<p>O “Três 15 Dias” é um pequeno restaurante no meio de Setúbal, relativamente perto do centro formado pela Avenida Luisa Todi, numa casa antiga restaurada que se vai desdobrando em salas, quartos, corredores, garagem e pátio interior, todas elas pequenas divisões com não mais do que 2 ou 3 mesas, por entre objectos do quotidiano anos 30 ou 50, anúncios e dizeres antigos de 1900 e troca o passo, pinturas realistas com toques de surrealismo kitsch (isto está tudo muito bem… mas com uma pistola???) em paredes laranja pintadas em grandes pinceladas. Tudo isto enquadrado pela Mariza a cantar fados da Amália (o que, confesso, a partir da 3ª repetição, começou a ‘encher o ouvido’). Tudo, uma combinação que prometia, que fazia logo viver um ambiente de&#8230; boa onda, ideal para começar o fim-de-semana (ou perfeito para trazer a miúda certa).</p>
<p>“Qual é a especialidade?” (perguntei, aludindo ao sinal que indicava um consultório médico pespegado à frente da nossa mesa), “Petiscos” responderam-me. Ok, vamos a isso. Posso garantir-vos que recomendo vivamente! Especialmente a variedade de queijos panados (de comer e chorar por mais)! Mas os cogumelos gratinados (hum!), os peixinhos da horta, a salada de choco (claro! Estamos em Setúbal!) e os ovos de codorniz também são claramente recomendáveis!</p>
<p>Pratos principais? Bem, se ainda conseguirem ingerir mais alguma coisa, recomendo o arroz de pato – estava divinal! O bacalhau à Três 15 Dias, com puré de batata, também não estava mal, mas o arroz de pato&#8230; Hum&#8230; Entretanto, já não estava no plano, mas quando me põe um ‘petit gateaux’ (miau&#8230;) à frente&#8230; Bom! Teve que marchar! E garanto-vos que foi mesmo um remate com chave de oiro!</p>
<p>Em suma, pode ter sido da companhia (costumo ter muita sorte, mas desta vez, dificilmente poderia ser melhor), mas este é definitivamente um restaurante a repetir! Com um grande sorriso de boa onda no rosto!</p>
<p><strong>Três 15 Dias<br />
</strong>Tipo de cozinha: portuguesa (com um ou outro apontamento de fusão)<br />
Horário: Segunda a Quinta das 8h30 (sim, dá para ir lá tomar o pequeno-almoço) às 24; Sexta e Sábado das 8h30 às 02h00<br />
Preço médio: 20€<br />
Morada: Av dos Combatentes. Nº40 2900-328 Setúbal<br />
Telefone: +351 265 104 769<br />
Pagamento: numerário, multibanco</p>
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		<title>Restaurante A Escola</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Mar 2008 23:44:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Rebelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alcácer do Sal]]></category>
		<category><![CDATA[alcácer]]></category>
		<category><![CDATA[alentejo]]></category>
		<category><![CDATA[cachopos]]></category>
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		<description><![CDATA[[Depois de um namoro prolongado, o prato recruta um colaborador novo, Pedro Rebelo. O post original que deu origem a este contributo está aqui.]
Nota do autor: Antes de mais, o obrigado pelo convite e aqui fica o compromisso de tentar ser regular&#8230; Boas mesas para todos.
Combinámos com um grupo de amigos um almoço em grande. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small><em>[Depois de um namoro prolongado, o prato recruta um colaborador novo, <a href="http://browserd.com">Pedro Rebelo</a>. O post original que deu origem a este contributo está <a href="http://www.browserd.com/2008/03/11/contrastes-a-escola-green-pepper/">aqui</a>.]</em></p>
<p><strong>Nota do autor:</strong> Antes de mais, o obrigado pelo convite e aqui fica o compromisso de tentar ser regular&#8230; Boas mesas para todos.</small></p>
<p>Combinámos com um grupo de amigos um almoço em grande. Levar os miúdos e fazer uma daquelas refeições prolongadas. O sitio escolhido foi o restaurante &#8220;A Escola&#8221; em Cachopos perto de Alcácer do Sal.</p>
<p>O edifício só por si inspira certa graça. ainda que de entre os presentes ninguém tivesse estudado em tais escolas, todos nós reconhecíamos as instituições Estado Novo em que estudaram os nossos pais. A letras ainda lá estão a anunciar a “Escola Primária”. Entra não entra espera não espera está lá servido e pronto a beber o moscatel da região (Setúbal) para ajudar a passar o tempo. Junta a este a ardósia de outros tempos e uma ou duas carteiras das antigas estrategicamente mantidas para dar um toque de encanto a todo o restaurante. A reserva feita com algumas semanas de antecedência revelou-se uma grande mais valia. Não só não havia mesa vaga (a não ser as nossas que aguardavam) como quem atendia o telefone à entrada repetia insistentemente que não tinha como sentar mais ninguém sem reserva).</p>
<p>As entradas chegaram à mesa em forma de cenoura aberta, linguiça frita, pimentos desfiados, salada de atum envinagrada enfim, uma série de pequenas delicias. Pouco depois (dando ainda assim tempo a que se repetissem algumas das iniciais iguarias) chegavam os peixes. Arroz de choco com camarão do rio. Um choco delicioso, suave sem ser mole acompanhava um arroz solto e caldoso que a toda a gente agradou. Seguiu-se um ensopado de cherne. Houve logo ideia por alguns de que pão molhado não era comida de bom gosto mas provado que foi o ensopado com o tal do pão torrado lá dentro e o cherne no ponto, a ideia se desfez e poucos foram os que não repetiram.</p>
<p>Em ritmo correcto vieram depois as carnes começando por um magnifico entrecosto com batata de rebolão. Foi comer até fartar (que havia sem duvida comida à farta). Como nestes almoços parte essencial da festa é a conversa, ainda alguns de nós mal tínhamos provado a tal batata e já estava outra pérola da casa em cima da mesa. Empada de coelho bravo. Com um aspecto fenomenal e um sabor que em nada lhe fica atrás, este foi para muitos dos presentes a estrela da tarde. Pela minha parte tudo o que veio à mesa fez brilhar a constelação d’A Escola. Mas sim, esta empada era algo de outro mundo.</p>
<p>Vieram por fim os doces em forma do já tradicional pijama ou seja, as travessas com um pouco de tudo o que é tradicional pelos campos do Alentejo (um pão de rala memorável até para quem não gosta de gila) e mais um pouco (um bolo de brigadeiro de chorar por mais). Para fechar em beleza foi servido um licor de bolota que faz qualquer um lá voltar por mais… 4 horas à mesa do melhor que se tem provado.</p>
<p>Antes da partida ainda deu tempo para que os mais novos brincassem um pouco (não fosse aquilo uma escola) entre escorregas, baloiços e cavalinhos de madeira…</p>
<p>A sensação já sobre a ponte Vasco da Gama era de que não haveria jantar para ninguém.</p>
<p><strong>Restaurante A Escola</strong><br />
Tipo de cozinha: Regional<br />
Horário: 11:30 às 15:30 / 19:30 às 0:00. Encerra à segunda feira<br />
Preço médio: 25€<br />
Morada: Estrada Nacional 253 &#8211; Cachopos &#8211; 7580-308 ALCÁCER DO SAL<br />
(Siga Estrada Nacional 253. Entre Álcacer do Sal e Tróia está a localidade de Cachopos, onde se encontra o restaurante.)<br />
Telefone: +351 265612816<br />
Pagamento: Numerário / cartões</p>
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