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	<title>no prato com... &#187; típico</title>
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		<title>Galito</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2005 19:21:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tiago Rodrigues</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Reza a história que na época de sessenta havia uma família que construiu do nada um grande restaurante na Serra d&#8217;Ossa. O Galito tornava-se objecto de culto, a sua fama estendia-se ao resto do país e organizavam-se excursões para lá ir provar o melhor da cozinha alentejana. Durante anos assim foi, até que as circunstâncias da vida levaram a que Miguel Galito e a D. Gertrudes se juntassem ao filho, Henrique, na capital. Depois de algumas incursões por alguns restaurantes, tendo sempre como trave mestra a culinária do alentejo, é já viúva que D. Gertrudes e Henrique se dedicam de corpo e alma a este restaurante &#8211; relembrando os velhos anos de glória e representando da maneira mais nobre possível e tradição e o sabores alentejanos.</p>
<p>Esta é a história contada pelos inúmeros recortes que preenchem as paredes do restaurante Galito, confirmada por estas duas personagens que, ora à mesa (cumprimentando efusivamente os clientes habituais como se fossem família) ora na cozinha nos fornecem um conjunto requintado de saberes e sabores e a experiência gastronómica de quase meio século.</p>
<p>Pequeno, a reserva é mais que obrigatória. É frequentado por uma população mais velha e madura, apreciadora da boa cozinha. E a experiência memorável começa com a lista de cerca de 20 entradas (queijos, enchidos, saladas). Os pratos principais assentam obviamente na cozinha alentejana (migas e açordas dominantes) mas é possível, por encomenda, degustar algumas especialidades de caça (perdiz, lebre, coelho, entre outros). As sobremesas conventuais são corolários obrigatórios para uma refeição assim perfeita e os apreciadores de bons vinhos decerto não ficarão indiferentes à larga &#8211; larguíssima &#8211; quantidade de vinhos alentejanos disponíveis.</p>
<p>Indispensável para os bons apreciadores de cozinha típica alentejana.</p>
<p><!--data--><strong>Galito</strong><br />
Tipo de cozinha: típica alentejana<br />
Horário: Fechado aos domingos e feriados<br />
Preço médio: 25€<br />
Morada: Rua da Fonte, 18A &#8211; Carnide (Junto ao Largo da Luz) &#8211; Lisboa<br />
Telefone: 21 711 1088<br />
Pagamento: VISA, Multibanco, numerário</p>
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		<title>São Miguel de Alfama</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Jul 2005 01:36:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tiago Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[alfama]]></category>
		<category><![CDATA[pitoresco]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Escondido no meio das ruelas de difícil acesso de Alfama, há um pequeno restaurante que não senta mais de 40 pessoas e que sobressai pela classe e pela originalidade da cozinha. Como se tudo isto não bastasse e fosse o suficiente para merecer a visita, e como restaurantes com essas qualidades há muitos, o S. Miguel de Alfama (ou S. Miguel apenas) tem um pormenor que mais nenhum tem. Em dias seleccionados, passeiam-se impunes pela casa (às vezes por cima dos móveis) um par de galinhas. Um facto interessante: As galinhas deliciam e repugnam em igual escala os visitantes ou apenas quem passa na ruazinha estreita e se atreve a espreitar. E não consta que da carta façam parte a canja ou a cabidela&#8230;</p>
<p><!--data--><strong>São Miguel (de Alfama)</strong><br />
Tipo de cozinha: típica portuguesa<br />
Preço médio: 25 €/pessoa<br />
Horário:<br />
Morada: R. de S. Miguel 7 &#8211; Lisboa (Alfama)<br />
Telefone: +351 21 8869170<br />
Pagamento: Cartões / Numerário</p>
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		<title>Lá em Casa</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Apr 2005 16:23:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tiago Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gouveia]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Gouveia fica no caminho da Serra da Estrela e já se sabe que onde há turismo há sempre dificuldade em se comer bem e barato. Por outro lado, já se sabe que é no norte e no centro do país que se come melhor. Paradoxo? Bem, a experiência gastronómica do Lá em Casa é, embora manchada pela falta de memória no que toca aos pormenores, algo profundamente recomendável. É possível fazer uma refeição completa num restaurante moderno e bem decorado, com um serviço irrepreensível, abusar do saboroso pão serrano (e do queijo, para quem é apreciador) e das demais entradas, experimentar mais que um prato da extensa lista, pedir uma sobremesa extra e saborear um bom vinho e pagar metade do preço que se pratica habitualmente no litoral ou nas maiores cidades portuguesas.</p>
<p>A re-visitar, obrigatoriamente. Para encher a barriga e para preencher este espaço de pormenores&#8230;</p>
<p><!--data--><strong>Lá em Casa</strong><br />
Tipo de cozinha: portuguesa<br />
Preço médio: 15€<br />
Horário: Fecha à segunda feira<br />
Morada: Sítio de Barreiros &#8211; Gouveia (Guarda)<br />
Telefone: +351 238 491 983<br />
Pagamento: Aceita numerário/cartões de crédito</p>
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		<title>31 da Armada</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Apr 2005 15:42:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tiago Rodrigues</dc:creator>
				<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[alcântara]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O 31 da Armada é um pequeno espaço muito simples e acolhedor que consegue fugir à imagem do restaurante habitual devido ao ambiente &#8220;cozy&#8221; que estabelece com quem o frequenta. É composto por três salas, uma maior (com uma decoração mais moderna, ideal para grupos) e duas pequenas (com capacidade para cerca de 20 pessoas cada) com comunicação entre si, decoradas de uma forma rústica, com azulejos notoriamente antigos, chão de pedra e motivos de índole marítima nas paredes. O 31 da Armada  é, aparentemente, um lugar com história que valerá a pena detalhar mais um pouco (de futuro).</p>
<p>A cozinha é tudo menos industrializada e é baseada em alguns pratos típicos portugueses, a carnes e peixes grelhados à vista do cliente e a algumas especialidades que é mandatório experimentar. Falamos da Moqueca de Camarão e da Muamba, que são simplesmente deliciosas. As sobremesas são poucas, mas notoriamente boas (experimentem o leite creme). A única coisa que estraga a pintura é o pão, que no meio de requintes simples como os guardanapos de pano deixa algo a desejar&#8230; não é fresco e vem aquecido no forno (em todas as vezes que fui lá jantar)&#8230;</p>
<p>A melhor maneira de chegar ao 31 da Armada é ir até à Rotunda de Alcântara e seguir pela Rua Prior do Crato. A Praça da Armada fica do lado esquerdo e é facilmente identificável pelo largo espaço forrado a calçada portuguesa e pela fonte.</p>
<p><!--data--><strong>31 da Armada</strong><br />
Tipo de cozinha: típica portuguesa/internacional<br />
Preço médio: 15€<br />
Horário: ?<br />
Morada: Praça da Armada 31 &#8211; 1350-027 Lisboa<br />
Telefone: +351 21 3976330, +351 21 3978798<br />
Fax:<br />
Web:<br />
Email:<br />
Pagamento: Aceita Multibanco, American Express, Numerário</p>
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		<title>Tasca do Celso</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Sep 2004 00:16:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tiago Rodrigues</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Mesmo escondida no meio do casario de Vila Nova de Milfontes, a Tasca do Celso é ponto de passagem obrigatório. De tasca, só deve guardar o menú escrito a giz em dois enormes lousas na parede e a decoração rústica. É um sítio algo pequeno e simpático. Foge à imagem de restaurante de solarenga estância balnear para prestar culto da melhor forma possível à tradição culinária do Alentejo. Os melhores peixes fritos com saboroso arroz, as migas alentejanas e as indispensáveis açordas estão aqui bem presentes e representadas. Para gostos mais simples, o bife a la plancha, servido na tábua e ligeiramente mal passado, é uma boa escolha. Convém não esquecer que a sangria de vinho tinto é divinal (os vinhos alentejanos que me perdoem) e que as sobremesas típicas alentejanas estão lá todas.</p>
<p>É quase impossível reservar com menos de 24 horas de antecedência (grupos grandes então é melhor pensar uns dias valentes antes&#8230;), assim como é impossível não resistir a levar no bolso um dos cinzeiros de louça de barro com &#8220;Roubado na Tasca do Celso&#8221; gravado.</p>
<p><!--data--><strong>Tasca do Celso</strong><br />
Tipo de cozinha: tradicional<br />
Preço médio: 25€ por pessoa<br />
Horário:<br />
Morada: Rua dos Aviadores &#8211; Vila Nova de Milfontes<br />
Telefone: +351 283996753<br />
Fax:<br />
Web: <a href="http://www.milfontes.org/pages/restaurante/tascacelso.htm">http://www.milfontes.org/pages/restaurante/tascacelso.htm</a><br />
Email:<br />
Pagamento: Multibanco/numerário</p>
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