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	<title>no prato com... &#187; vista</title>
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		<title>Amarra ó Tejo</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 08:31:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Rebelo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Amarra ó Tejo é agradável só de ver. Mesmo junto à falésia virado ao rio, as grande paredes envidraçadas prometem só por si uma agradável estadia. A vista de Lisboa com a ponte ao fundo é já sobejamente conhecida mas se acompanhada de um pôr-do-sol de Verão (entre as 20 e as 21 à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Amarra ó Tejo</strong> é agradável só de ver. Mesmo junto à falésia virado ao rio, as grande paredes envidraçadas prometem só por si uma agradável estadia. A vista de Lisboa com a ponte ao fundo é já sobejamente conhecida mas se acompanhada de um pôr-do-sol de Verão (entre as 20 e as 21 à data) torna-se algo de quase indescritível… É o antever do que se segue com as luzes da cidade a iluminarem o azul da noite…</p>
<p>Entrados, sentados nota-se de imediato algum esmero e cuidado na apresentação das mesas. Não é de um luxo ostensivo mas de primor pelo serviço. As cartas chegam à mesa e essas mereciam já algum cuidado adicional. Não que a comida se possa medir pela qualidade do papel em que é apresentada mas o comer dos olhos aprecia a refeição do principio ao fim…</p>
<p>Passámos a abertura pois não nos chamou ao gosto a normalidade da Caipirinha (ainda que com espumas a acrescentar). Já o <em>couvert</em> trazia consigo um queijo de Azeitão que marcou a qualidade. Não sei casa nem valor mas o sabor não deixou amargo de boca. Pelo contrário.</p>
<p>De entrada apostámos no gosto de quem já conhecia indo para o Pastel de queijo de cabra que se fazia acompanhar de um doce de mirtilios mas que mesmo sozinho não faria má figura. Vieram ainda para a mesa os cogumelos recheados com queijo derretido e <em>bacon</em>. Ainda que não seja uma especialidade nunca antes vista, estavam de sabor e confecção em geral, muito bem conseguidos.</p>
<p>Já esperávamos a ementa apresentada pois conhecendo a minha particular predilecção por carnes, todos quantos nos referiam o restaurante em questão nos falavam dos peixes. É deles que a carta tira o brilho. Poucos pratos, dão a entender o cuidado e tempo que se poderá dedicar às escolhas.</p>
<p>Entre os propostos escolhemos os Filetes de Peixe Galo com açorda de ovas do mesmo e Tamboril em molho de Navalheiras acompanhado de Puré de Salsa.</p>
<p>Apresentação, sabor e frescura em qualquer um deles é ponto de honra certamente pois só assim se justifica a presença de todas em tudo quanto foi servido. Os filetes de Peixe Galo, em bom numero, num dourado de quem foi frito em óleo de primeira mão estavam deliciosos e a açorda de ovas não ficava atrás com uma consistência perfeita e um sabor de igual valor. O Tamboril fez-se representar por dois bons pedaços igualmente frescos e saborosos. O molho de Navalheiras, tivesse um pouco mais marcante e seria estrela na refeição. Foi só complemento. O puré de salsa compunha o prato e dava peso à refeição. Dificilmente se arranjaria melhor acompanhamento.</p>
<p>Também por sugestão, o vinho foi o da casa. Um Dona Ermelinda branco 2007 que pela frescura e equilíbrio nos encantou. Com um toque de fruta e uma madeira muito leve, este vinho da zona de Palmela deixa um toque escorregadio mas lento pela boca e visível no copo. Uma boa escolha.</p>
<p>Na sobremesa desapontou-nos a falta de possibilidade de nos prepararem o Pastel de Chocolate. A carta avisa-nos que a preparação deste depende do serviço que haja e a casa estava efectivamente cheia… Veio em substituição um clássico semi-frio de nata e molho de chocolate (preferiria chocolate negro ao de leite que somou mais doce à nata) e uma magnifica <em>flute</em> de sorvete de limão. O ponto desta assemelha-se mais a uma espuma do que ao solidificado sorvete mas mantém o sabor. Uma agradável surpresa.</p>
<p>Para finalizar, o café e o já esperado garoto. Noutros textos já tenho escrito a importância que damos ao garoto. Este pode ser (e efectivamente é) razão para não mais voltar a uma casa tais as situações que já temos encontrado. Tal como sempre pedimos um garoto muito, muito claro. Complementamos o pedido com “Só leite quente e uma pinga de café.”. É servido demasiado escuro. Vai para trás. Pedimos que nos tragam só leite quente. O leite veio mas infelizmente não sabia bem. Não nos pareceu que estivesse azedo mas o sabor do leite era demasiado forte (talvez leite gordo mas mesmo assim, era forte demais) e mesmo com a gota de café não se conseguia beber.</p>
<p>Detalhes como este podem estragar uma fantástica experiência. Não foi o caso ainda que ficasse de memória. Tudo o resto nos agradou sobejamente e nos deixou garantidamente com vontade de voltar.</p>
<p><strong>Amarra ó Tejo</strong><br />
Tipo de cozinha: Peixe / Fusão<br />
Horário: Terça a Domingo das 12h30 às 15h00 e das 19h45 às 22h30 (encerra Domingo ao jantar).<br />
Preço médio: 35€<br />
Morada: Jardim do Castelo &#8211; 2800-046 ALMADA<br />
Telefone: +351 212 730 621<br />
Pagamento: Numerário / cartões</p>
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		<title>Garbo&#8217;s</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 22:47:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ricardo R Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[[O no-prato.com dá as boas vindas a um novo colaborador, Ricardo Silva, que segundo as suas palavras, gostava de ser "um daqueles tipos que vão comer a restaurantes e depois mandam uns bitaites. "]
Chamam-lhe &#8220;As Suecas&#8221;. &#8220;As Suecas&#8221; é um pequeno restaurante (cujo nome verdadeiro andará algures entre &#8220;Garbo&#8217;s&#8221;, &#8220;Garbo&#8217;s Bistrot&#8221; e &#8220;Garbo&#8217;s Gazebo&#8221;, dependendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><small><em>[O no-prato.com dá as boas vindas a um novo colaborador, Ricardo Silva, que segundo as suas palavras, gostava de ser "um daqueles tipos que vão comer a restaurantes e depois mandam uns bitaites. "]</em></small></p>
<p>Chamam-lhe &#8220;As Suecas&#8221;. &#8220;As Suecas&#8221; é um pequeno restaurante (cujo nome verdadeiro andará algures entre &#8220;Garbo&#8217;s&#8221;, &#8220;Garbo&#8217;s Bistrot&#8221; e &#8220;Garbo&#8217;s Gazebo&#8221;, dependendo se nos guiamos pela placa à entrada, o nome do restaurante no &#8216;guia&#8217; da Casa da Guia ou uma simplificação do nome), que na realidade mais parece um quiosque grande (sim, sim, daqueles que vendem jornais) em pleno parque da Casa da Guia. Fica mesmo ao lado do &#8220;<a href="http://no-prato.com/sushiguia/">SushiGuia</a>&#8220;. E sim, para quem conhece a área, tem uma esplanada bem sobre a falésia, daquelas onde apetece ficar horas numa noite quente de Verão, prolongando o jantar com umas bebidas frescas e boa companhia, a observar o recorte da costa da Boca do Inferno ou os barcos dos pescadores lá em baixo (ou, após umas pedaladas na ciclovia do Guincho num Domingo de manhã, a almoçar com vista directa para o azul do Atlântico). O restaurante (&#8216;bistro&#8217;? Não sei, confesso a minha ignorância no que respeita a estas nomenclaturas, pior ainda se for &#8220;Gazebo&#8221;) deve o seu nome informal (ninguém lhe chama &#8220;Garbo&#8217;s&#8221;, toda a gente o designa como &#8220;As suecas&#8221;) às cidadãs de origem nórdica que servem à mesa e que, para além de se distinguirem pela melena dourada, de vez em quando resolvem conversar numa língua pouco mais que gutural e absolutamente incompreensível para o comum dos mortais (salvo se falar sueco…).</p>
<p>Bem, e o que é que se come? Começando pelo início, deixem-me falar daquela pasta para barrar no pão que é absolutamente divinal e que costuma anteceder seja que género for de pedido. Eu não sei o que é aquilo (não se encaixa nas minhas definições típicas de manteiga, margarina, pasta de atum ou de sardinha), mas sabe bem! Depois podem sempre pedir-se umas entradas, que podem ir desde salada de rúcula até estranhas entradas com salmão (&#8217;salmão marinado com molho hovmäster&#8217;) ou &#8216;tostas skagen&#8217; – um conselho, votem no exótico, salada de rúcula há em todo o lado!</p>
<p>O menu apresenta uma variedade de pratos, uns mais suecos que outros (acho que a &#8216;picanha completa&#8217;, a &#8216;bolognesa da casa&#8217; ou a &#8216;moqueca de peixe&#8217; não são invenções nórdicas), mas, normalmente, há duas &#8216;famílias&#8217; de pratos que valem definitivamente a pena. As saladas costumam ser excelentes, quer sejam de &#8216;mozzarela com óleo de pesto&#8217;, de &#8216;bluecheese&#8217; ou &#8216;grega&#8217; (ou então essa salada de saladas que é a &#8216;da casa&#8217;, uma mistura de todas as outras). A outra grande opção costumam ser as pizzas! É natural que neste momento se estejam a perguntar &#8220;Mas este tipo vai comer pizzas para um restaurante com nome sueco?&#8221;. A resposta é &#8220;Sim! Porque são boas!&#8221; Na realidade, costumam ser deliciosas, bem simples, finas e estaladiças – normalmente, de comer e chorar por mais! Têm um outro pormenor: todas as pizzas têm nomes imediatamente associados à Suécia, seja personagens de histórias infantis, governantes históricos, jogadores de futebol, lojas de mobiliário, modelos,… (na realidade, tornou-se uma piada fácil dos meus amigos anunciarem que num determinado dia comeram &#8216;x&#8217; – normalmente, uma pizza Helen Svedin…).</p>
<p>Para acabar, sobremesas! Aconselho a &#8216;Applecrumble com molho de baunilha&#8217; ou os &#8216;kanelbullar&#8217; (bolinhos de canela). Ou, se forem viciados em chocolate como eu, o &#8216;fudge de chocolate&#8217;.</p>
<p>Bom apetite!</p>
<p><strong>Garbo&#8217;s</strong><br />
Tipo de cozinha: sueca (mas com umas valentes adaptações ao gosto nacional)<br />
Horário: das 12h às 24h<br />
Preço médio: 15€<br />
Morada: Casa da Guia &#8211; EN 247 -Guia &#8211; 2750-374 Cascais<br />
Telefone: +351 916744430 / +351 965357030<br />
Pagamento: Numerário e cartões de crédito/débito</p>
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		<title>Sessenta Setenta</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Sep 2006 19:39:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lorenzetti</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Sessenta Setenta é um restaurante no Porto.
Fica ao lado de um antigo convento [de Monchique], na rua de nome sugestivo [rua sobre o Douro], tal como o próprio restaurante, e que não decepciona [ainda que nao seja MESMO MESMO 'sobre' o Douro], à qual se chega pela Rua da Restauração. Bem fácil, embora não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Sessenta Setenta é um restaurante no Porto.</p>
<p>Fica ao lado de um antigo convento [de Monchique], na rua de nome sugestivo [rua sobre o Douro], tal como o próprio restaurante, e que não decepciona [ainda que nao seja MESMO MESMO 'sobre' o Douro], à qual se chega pela Rua da Restauração. Bem fácil, embora não pareça.</p>
<p>O edifício é todo em pedra, belíssima, com pequenas janelas sobre o Douro, mirando Gaia e os infindáveis cartazes e luzes piscantes das caves de Porto.</p>
<p>Entra-se por um simpático portão &#8212; antecedido por uma prudente carta e preçário &#8212; que antes do restaurante propriamente dito &#8212; em edifício autónomo &#8212; tem uma esplanada lateral ao Douro e com bar próprio [que na altura, uma noite de quinta, não estava a funcionar] ao ar livre, que deu jeito a <a href="http://lorenzettireloaded.blogspot.com/">Lorenzetti</a> para um Romeo y Julieta que percebeu que viria a incomodar uns quantos comensais que ainda iam a meio.</p>
<p>Pensa pois o leitor, sobretudo o que já conhece <a href="http://lorenzetti.blogspot.com/">Lorenzetti</a>, que &#8216;com charuto&#8217; a refeição foi muito boa [para completar] ou muito má [para compensar].</p>
<p>Nem uma coisa nem outra. As expectativas eram muito altas, dada a origem da <em>tip</em> dada a <a href="http://lorenzetti.blogspot.com/">Lorenzetti</a>, por uma &#8216;gourmet&#8217; local, que se apressou a dizer que o 60 70  ainda não tinha clientela fixa e que valia a pena passar lá antes que passasse de moda e ficasse mau ou fechasse. Meu dito meu feito. Lá se desmarcou o clássico Bull &amp; Bear e se partiu para novas aventuras.</p>
<p>E foi uma aventura. <em>Amuse-bouche</em>, nicles. <em>Couvert</em>, uma bola de manteiga manhosa e um pão pouco apelativo. Uma lista de vinhos razoável, felizmente com indicação dos anos e separação dos varietais. Mas apenas dois vinhos a copo, que não primavam pela excelência, a seguir a regra habitual [embora em Portugal, só o facto de ter vinho a copo já é de aplaudir].</p>
<p>Avançou-se com uma sopa de peixe, que no caso era um caldo [a fazer lembrar um provado no <a href="http://no-prato.com/frade-dos-mares/">Frade dos Mares</a>, em Santos, para esquecer] ao qual se acrescentaram dois mexilhões e umas minúsculas tranches do que parecia ser solha cozida ou um linguado raquítico.</p>
<p>Por estranho que pareça [mas a carta obrigou-nos a isso, e o apetite também] continuámos com peixe: um rodovalho sobre espargos e cebolinho. Algum excesso de sal, de resto regular, nada de <em>outstanding.</em></p>
<p>Em desespero de causa, pedimos de sobremesa o que nos recomendassem. Uma recomendação não podia sair mal. Saiu. E foi a especialidade da casa. Um <em>soufflé </em>de <em>Grand Marnier</em> que como qualquer <em>soufflé </em>demora tempo, mas que neste caso demorou &#8216;horas&#8217;. E como foram bem passadas, não afectaram a &#8216;degustação&#8217;. Que foi terrível. O <em>soufflé</em> era suficiente minúsculo para se confundir com uma sobremesa parte de um &#8216;menu de degustação&#8217; [juntando-se à vontade a mais 3 ou 4], a clara afundava tudo, o creme era inexistente e o <em>Grand Marnier </em>parecia ter sucumbido ao forno.</p>
<p>Um <em>flop</em>.</p>
<p>E temos pena, porque como é óbvio, somos viciados em comida. E apesar dos restaurantes da moda nem sempre serem os melhores restaurantes [<em>style over content</em>...], esperávamos mais. Somos capazes de voltar. Mas não será pela comida. Modernices.</p>
<p>Quem quiser ver o sítio, que é giro, pode ficar com as referências abaixo [mas recomendamos que peça um  <em>steak au poivre,</em> que tinha óptimo aspecto e não pode falhar].</p>
<p><!--data--><strong>Sessenta Setenta</strong><br />
Tipo de cozinha: Mediterrânica [<em>ma non troppo</em>]<br />
Horário: Segunda a sábado das 12h30 às 14h30 e das 20h00 às 01h00 [fecha aos domingos e ao sábado não serve almoço]<br />
Preço médio: 25€<br />
Morada:  R. Sobre o Douro, 1 &#8211; A, Porto<br />
Telefone/Fax: 223406093<br />
Web: -<br />
Email: -<br />
Pagamento: Cartões de crédito, débito e numerário</p>
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		<title>Esplanada Furnas</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Aug 2006 02:59:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tiago Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Deve ter começado tudo para aí há uns 25 anos. Lembro-me de naquele mesmo sítio haver um pequeno barraco pré-fabricado que vendia gelados, sumos e ocasionalmente a sandes de pão saloio a quem usava a zona das Furnas como destino do passeio de fim de semana.
Quem visita como eu a Ericeira há anos (e a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Deve ter começado tudo para aí há uns 25 anos. Lembro-me de naquele mesmo sítio haver um pequeno barraco pré-fabricado que vendia gelados, sumos e ocasionalmente a sandes de pão saloio a quem usava a zona das Furnas como destino do passeio de fim de semana.</p>
<p>Quem visita como eu a Ericeira há anos (e a própria casa) não pode ter deixado de reparar na curiosa mudança e evolução deste espaço. Sempre com o mar ali mesmo ao lado, cresceu e cresceu e foi adoptando as sucessivas esplanadas como espaço cativo do restaurante. Até porque a fama também crescia ao mesmo ritmo.</p>
<p>Existirão com certeza outros sítios na Ericeira onde se coma tão bom peixe (ou tão bem confeccionado) como nas Furnas, acredito. Pudera. Mas nenhum terá o enquadramento perante o mar como este. E é de peixe que se fala quando se aproxima da porta. O peixe (fresquíssimo!) que iremos ser servidos é logo ali escolhido, pesado, amanhado e deitado às brasas. Enquanto se entra e se petiscam as entradas (delicioso percebe, entre outros petiscos), há tempo para apreciar  a vista soberba e a decoração feita de motivos marítimos. Talvez tenha perdido qualidades com os sucessivos alargamentos, o ambiente do Furnas. Os espaços abertos tornaram o restaurante vulnerável ao ruído das restantes mesas (e regularmente ao fumo de um charuto teimoso). Entretanto, chega o peixe. Escalado (cortado ao meio longitudinalmente) ou cuidadosamente arrancado às espinhas por um prestável colaborador. Acompanhamento minimalista (e não há mal nenhum nisso, basta o sal e um sábio a comandar a grelha). Uma delícia.</p>
<p>As sobremesas são interessantes, mas recorro teimosamente à tarte de maçã (quente) com gelado. Manias.</p>
<p>Convém marcar &#8220;consulta&#8221;, como diz a minha mãe. É que costuma estar cheio. Caro? Talvez. Mas é um preço justo a pagar pelo saber e pelo sabor colocados naquele peixe grelhado na brasa. E há carne? Há, mas ali é pecado.</p>
<p><!--data--><strong>Esplanada Furnas</strong><br />
Tipo de cozinha: Peixe e Marisco<br />
Horário: 12h às 23h. Encerra à segunda feira<br />
Preço médio: 25€<br />
Morada: Rua das Furnas (por baixo do Parque de Sta. Marta, na marginal)<br />
2655-295 Ericeira<br />
Telefone/Fax: 261864870<br />
Pagamento: Cartões de débito, crédito e numerário</p>
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		<title>Atira-te ao Rio</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Mar 2006 22:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Tiago Rodrigues</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A primeira visita ao &#8220;Atira-te ao Rio&#8221; foi feita sem prévio reconhecimento do terreno. O breve passeio pelo passeio marítimo de Cacilhas, pelo Ginjal e até restaurante era digno de um filme de terror. Casas e armazéns abandonados, falta de iluminação, um cenário medonho. Do outro lado do rio, caía a noite sobre Lisboa, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira visita ao &#8220;Atira-te ao Rio&#8221; foi feita sem prévio reconhecimento do terreno. O breve passeio pelo passeio marítimo de Cacilhas, pelo Ginjal e até restaurante era digno de um filme de terror. Casas e armazéns abandonados, falta de iluminação, um cenário medonho. Do outro lado do rio, caía a noite sobre Lisboa, e de Belém a Santa Apolónia.</p>
<p>Existe de facto uma alternativa, que passa pela área adjunta ao Elevador da Boca do Vento, ao qual se tem acesso pela <em>Almada Velha</em> e que é bem mais interessante e fotogénica. Recomendada.</p>
<p>O recinto é simples e o ambiente transporta-nos até ao Brasil. A comida e a bebida vão a reboque (picanha, muqueca, quindim e a saborosa caipirinha). As alternativas, caso necessárias, são também bastante saborosas (o ponto de referência é a lasanha de bacalhau, o perú alegre e o magret de pato). Caso o tempo permita, a esplanada está ali a um par de metros do Tejo e oferece uma vista desafogada sobre a frente ribeirinha de Lisboa.</p>
<p>Surpreendentemente, nem é muito caro.</p>
<p><!--data--><strong>Atira-te ao Rio</strong><br />
Tipo de cozinha: Brasileira e Internacional<br />
Preço médio: 20€<br />
Horário: 12h-16h, 20h-22h, encerra às segundas feiras<br />
Morada:  Cais do Ginjal, nº 69-70<br />
2800-284 Almada<br />
Telefone: 212751380<br />
Fax: 212721810<br />
Email: reserva@atirateaorio.pt<br />
Web: <a href="http://www.atirateaorio.pt">http://www.atirateaorio.pt/</a><br />
Pagamento: VISA, Multibanco, numerário</p>
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		<title>Di Casa</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2005 01:16:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Pinheiro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há dois restaurantes &#8220;Di Casa&#8221; em Lisboa &#8211; um na Avenida Infante Santo, e o outro no Centro Comercial Vasco da Gama.  Ambos são muito bons (a comida é igual), mas o do Vasco da Gama tem muita luz natural e uma esplanada sobre o Parque das Nações, com o Tejo ao fundo.
Além do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há dois restaurantes &#8220;Di Casa&#8221; em Lisboa &#8211; um na Avenida Infante Santo, e o outro no Centro Comercial Vasco da Gama.  Ambos são muito bons (a comida é igual), mas o do Vasco da Gama tem muita luz natural e uma esplanada sobre o Parque das Nações, com o Tejo ao fundo.</p>
<p>Além do agradável ambiente e decoração, a verdadeira razão para ir ao Di Casa é mesmo a comida.  Ao contrário das estereotipadas &#8220;pizzas&#8221; que se tornaram <em>fast food</em>, as pizzas do Di Casa primam pela simplicidade.  Come-se uma pizza inteira sem se ficar cheio, pois a massa é fina (sem ser seca), o queijo e o tomate são em doses racionais, e os ingredientes frescos.  Nada de cogumelos enlatados nem de invenções de fusão.  Outro atractivo são os bifes &#8211; o filete <em>Montalcinno</em> (com <em>carpaccio</em> e rúcula) é de não perder.  As massas também são boas, reduzindo-se também ao essencial.  Nas sobremesas, não deixem de experimentar a mousse de chocolate branco.</p>
<p>Para quem não gosta de centros comerciais, não precisa de deixar de experimentar este restaurante &#8211; basta estacionar junto ao elevador mais junto à saída norte do parque de estacionamento, e chamar o elevador com o botão de cima de todos &#8211; este irá só chamar o elevador do lado direito, que os levará directamente ao terceiro andar (mesmo à entrada do restaurante) sem terem que passar por dentro do centro comercial.</p>
<p><!--data--><strong>Di Casa &#8211; Expo</strong><br />
Tipo de cozinha: italiana<br />
Preço médio: 12€<br />
Morada: Centro Comercial Vasco da Gama, 3º andar<br />
Telefone: 21 892 22 90<br />
Pagamento: VISA, Multibanco, numerário</p>
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