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	<title>Comentários em: Yasmin</title>
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		<title>Por: Lorenzetti</title>
		<link>http://no-prato.com/yasmin/comment-page-1/#comment-880</link>
		<dc:creator>Lorenzetti</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Sep 2006 11:41:19 +0000</pubDate>
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		<description>O de vieiras não é preciso imaginar: peço sempre quando vou lá, o que acho que diz tudo. Força nisso. Mas os outros também são todos muito bons, ainda que [e disse-lhes isso] pudessem por menos açúcar ou bicarbonato, e menos picante. Disseram-que que quanto ao picante cederam aos consumidores portugueses. É o mercado, na rua da Moeda [e à frente de um mercado!]. Gosto muito de picantes, mas em pratos que o pedem, não necessariamente aqueles woks.

Recomendo também [até porque não tenho visto em restaurante nenhum em Lisboa ser ser em hotéis e mesmo assim é raro] o dim-sum, que satisfaz o apetite de pessoas que como eu gostam de &#039;clepes&#039; e afins, mas que dispensam frituras. O dim-sum é cozido a vapor, numas caixas de bambú, envoltos em folhas de bananeira, acho que valia a pena explicar e precisar o facto de não ser fácil apanhá-los aqui.

Concordo que um dos pontos mais do Yasmin é o design [axcrescento o voto ao papel de parede:) que , se for mudando, garante a quebra de monotonia de modo bem fácil e sem ser preciso fechar o espaço por dias a fio].

Além disso o ser um espaço pequeno e familiar [sem ser, de todo, uma tasca nem um restaurante de autor] e ter boa comida, cuja ementa varia. Estacionamento fácil, vinhos fracos, atendimento simpático.

O ponto menos bom [concordo em absoluto e insisto MUITO neste ponto] é o preço. Por pouco mais vou à Bica ou pelo mesmo vou a outros de calibre ligeiramente superior, e recebo bastante mais em termos gastronómicos, incluindo os vinhos, para além de, do ponto de vista especulativo, ser um restaurante que ainda não tem nome, que acaba por contar no preço final. 

O Yasmin tem a vantagem de ser um pequeno, discreto e gastronomicamente agradável spot. Às vezes [muitas] gosto de sossego. Mas sinto-me ligeiramente assaltado o que impede uma digestão tão sossegada como o jantar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O de vieiras não é preciso imaginar: peço sempre quando vou lá, o que acho que diz tudo. Força nisso. Mas os outros também são todos muito bons, ainda que [e disse-lhes isso] pudessem por menos açúcar ou bicarbonato, e menos picante. Disseram-que que quanto ao picante cederam aos consumidores portugueses. É o mercado, na rua da Moeda [e à frente de um mercado!]. Gosto muito de picantes, mas em pratos que o pedem, não necessariamente aqueles woks.</p>
<p>Recomendo também [até porque não tenho visto em restaurante nenhum em Lisboa ser ser em hotéis e mesmo assim é raro] o dim-sum, que satisfaz o apetite de pessoas que como eu gostam de &#8216;clepes&#8217; e afins, mas que dispensam frituras. O dim-sum é cozido a vapor, numas caixas de bambú, envoltos em folhas de bananeira, acho que valia a pena explicar e precisar o facto de não ser fácil apanhá-los aqui.</p>
<p>Concordo que um dos pontos mais do Yasmin é o design [axcrescento o voto ao papel de parede:) que , se for mudando, garante a quebra de monotonia de modo bem fácil e sem ser preciso fechar o espaço por dias a fio].</p>
<p>Além disso o ser um espaço pequeno e familiar [sem ser, de todo, uma tasca nem um restaurante de autor] e ter boa comida, cuja ementa varia. Estacionamento fácil, vinhos fracos, atendimento simpático.</p>
<p>O ponto menos bom [concordo em absoluto e insisto MUITO neste ponto] é o preço. Por pouco mais vou à Bica ou pelo mesmo vou a outros de calibre ligeiramente superior, e recebo bastante mais em termos gastronómicos, incluindo os vinhos, para além de, do ponto de vista especulativo, ser um restaurante que ainda não tem nome, que acaba por contar no preço final. </p>
<p>O Yasmin tem a vantagem de ser um pequeno, discreto e gastronomicamente agradável spot. Às vezes [muitas] gosto de sossego. Mas sinto-me ligeiramente assaltado o que impede uma digestão tão sossegada como o jantar.</p>
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